Posts com a Tag ‘Medicina natural’

Medicina interna

Medicina interna

A Medicina sintomática que se pratica como ciência oficial, é antieficiente porque desconhece o facto de que, estando o nosso corpo regido por leis imutáveis as suas reacções naturais levam-no sempre a actuar em sua própria defesa. Com bater directamente estas reacções manifestadas no sintoma, é desarmar a Natureza e obrigar o organismo a conviver com os seus próprios inimigos.

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Medicina Natural e Medicamentosa

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Existem duas Medicinas: Medicina da Natureza e Medicina Profissional.
A Medicina da Natureza faz parte da Lei da Vida e constantemente colabora para o bem-estar do homem. Daqui se conclui que o nosso organismo tende sempre para a Saúde.
A Medicina Profissional é invenção do homem para benefício dos que a praticam. A Medicina da Natureza, defendendo sempre a Saúde e Vida dos indivíduos, deixa sem clientela a Medicina Profissional. Daqui, a oposição, libertando a primeira e escravizando a segunda.
Segundo a Medicina Profissional é coisa má e chama-se «enfermidade» toda a actividade defensiva do organismo. Desta forma é mau e prejudicial ter varíola, purgações, erupções da pele, fluxos, catarros, corrimentos, etc. Segundo este critério, a Saúde perfeita seria a do cadáver, onde não existe nenhuma anormalidade como as indicadas.
Pelo contrário, para a Medicina da Natureza ou Ciência da Saúde, todo o sintoma representa actividade defensiva e salvadora do organismo afectado.
Regida a Natureza por leis imutáveis em todas as suas actividades, o nosso organismo actua na sua própria defesa que, se é favorecida, o levará à sua Saúde integral. Pelo contrário, contrariada a Natureza nas suas defesas, impedir-se-á a Saúde, convertendo as doenças agudas e curáveis em doenças crônicas incuráveis.

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A medicina como profissão

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A Medicina Universitária é uma profissão de caracter econômico, inato para satisfazer as necessidades do doente que necessita por si próprio corpo defender a sua própria normalidade funcional, que é Saúde íntegra do sei
Consciente da instabilidade e falta de lógica dos seus conhecimentos e sitando impor uma autoridade e prestígio sem base real, a medicina facultativa inizou-se em associações ferreamente disciplinadas, não só em todos os pai: também no campo internacional.
Ante este poder da associação de interesses, de cumplicidade com  fanatismo do povo, o indivíduo encontra-se sem amparo e impotente par guardar a sua Saúde e a sua vida.
Até os Governos se sentem dirigidos e dominados por estes que reclamam protecção e recursos financeiros em nome da «Saúde Pública», à qual jamais poderão servir, empregando agentes de morte como tóxicos, bisturi, raios X ou rádio.

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A Medicina Natural

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A Medicina Natural ou Ciência da Saúde nasceu com o homem e foi praticada pelos sacerdotes egípcios e caldeus. Também a cultivaram os filósofos da Antigüidade.
Hipócrates formulou as regras da verdadeira arte de curar, cuja chave, expressa na sua clássica expressão natura medicatriz ou seja: «a Natureza é que cura», foi esquecida pelos profissionais com a sua actuação antinatural que conduz aos «remédios farmacêuticos» e à mutilação do corpo. A acção tóxica dos venenos de farmácia é precisamente o agente que deprime e anula a força curativa natural que possui todo o organismo, chegando a paralisá-lo, até impedir toda a reacção salvadora. A mutilação dos órgãos também torna impossível restabelecer a normalidade funcional do organismo, ou seja a Saúde.
As forças da Natureza não mandam já no corpo que está sob a acção medicamentosa, o que explica que com drogas se suprimam os sintomas, que sempre constituem defesa orgânica.
Em face das actividades médicas dos filósofos e sacerdotes que actuavam em plena luz, os feiticeiros criaram uma arte diabólica, misteriosa e oculta. Em lugar dos Agentes Naturais de que se serviam os médicos-filósofos, os feiticeiros prescreviam aos doentes substâncias tóxicas na base de venenos de serpentes e de sapos, excrementos e outras imundícies que preparavam com mestria e em forma que dissimulava a sua repugnante natureza. Estes venenos actuavam acalmando ou excitando os sintomas do desarranjo orgânico, mas deixando de pé a sua causa, a qual só mudava de manifestações.

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