Posts com a Tag ‘doenças por virus’

Doencas

Doencas

Como veremos mais adiante, não existem doenças de natureza diferente  si, porque todo o processo mórbido, qualquer que seja o seu nome ou manif estação, supõe transtornos variáveis da nutrição em geral e da digestão em particular por febre gastrintestinal.

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Doencas

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Uma pessoa que carece de sintomas agudos pode ser mais doente do que outra com aparência doentia. Isto explica-se porque, enquanto a primeira tem embotada a sua sensibilidade pela intoxicação crônica, a última é sensível porque possui defesas orgânicas activas e enérgicas.

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Doenças sexualmente transmissíveis

Doenças sexualmente transmissíveis

Uma gonorreia que se abafa mediante cáusticos e lavagens adstringen uretra ou à vagina, após poucos dias de tratamento do paciente por meio da  Doutrina Térmica reaparece como recém contraída, porque, normalizando a nutrição e activando as suas eliminações, o organismo põe energicamente em a as suas defesas para expulsar por meio de supuração das suas mucosas un ou vaginais as impurezas acumuladas no ventre por desarranjo digestivo.

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Doenças por virus

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Pelos pulmões e pela pele introduzimos no nosso corpo as substâncias gias do ambiente que nos rodeia, ou, luz, sol, magnetismo, electricidade e de toda a ordem. Pelo aparelho digestivo incorporamos os elementos directamente pelas frutas e vegetais que comemos e, indirectamente, pelos  animais. Por estes mesmos órgãos de nutrição e pelos rins, efectua-se a eliminacao dos resíduos da actividade orgânica.

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A Respiração

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Dizia Hipócrates: «O ar puro é o primeiro alimento e o primeiro medicamento».
Com efeito, tem havido homens, como, por exemplo, o tão falado alcaide de Cork, na Irlanda, que, fazendo a greve da fome na prisão, prolongou 72 dias a sua existência sem consumir alimento algum, bebendo apenas água.
Pelo contrário, ninguém ainda pôde manter a sua vida sem respirar durante 8 ou 10 minutos, o que nos está demonstrando a sabedoria do preceito hipocrático.
Desgraçadamente, parece que, na prática, o homem não se capacitou ainda da importância que o ar tem como fonte de energia vital, pois, nas cidades principalmente, vive-se fugindo do ar puro e buscando o ar confinado e impuro das habitações, teatros, clubes, tabernas, etc.
Como alimento, o ar puro abastece a maioria das nossas necessidades fisiológicas, de tal modo que no campo, nos bosques, nas montanhas ou nas praias se pode viver, principalmente de Ar e, secundariamente de alimentos destinados ao estômago. Compreende-se assim a frugalidade dos camponeses que, apesar dos seus rudes trabalhos e enérgico desgaste físico, vivem sãos com um pão integral e um prato de feijões por dia.
Ao contrário, nas cidades onde o ar como alimento não reúne as excelências do ar puro, para manter a energia vital, o homem necessita de sobrecarregar o estômago de alimentos, os quais por má escolha, mantêm um estado geral de insuficiência vital.
O ar deve entrar na nossa economia por duas vias: pelos pulmões e pela pele.
A pele é um segundo pulmão, ao mesmo tempo que um segundo rim, absorvendo normalmente a 4.a ou 5.a parte do oxigênio de que necessitamos e expelindo em análoga proporção os desperdícios do nosso desgaste orgânico.
Para que a pele desempenhe as suas funções, é indispensável que esteja em contado directo com a atmosfera ou pelo menos que esta se renove sobre aquela, e daí a importância dos banhos de ar e o prejudicial uso de camisolas e roupa apertada ao corpo.

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