Posts com a Tag ‘doenças comuns’

Nervos

Nervos

Explica-se assim a definição de Febre, segundo a  Doutrina Térmica: ela é fenômeno de natureza inflamatória e congestiva, originada por reacção nervosa e circulatória quando os nervos são irritados ou submetidos a trabalho maior do que o normal.

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Prevenção de doenças

Prevenção de doenças

Como é comprovado pela iridologia, todos os processos mórbidos, são análogos, com origem comum, porque toda a enfermidade começa sempre por desarranjos digestivos; também comum é a sua tendência mediante o sintoma, procura a defesa orgânica; e, por fim, comum é o caminhe afasta toda a anormalidade do corpo: restabelecimento das funções de nutriçao e  eliminação, mediante o Equilíbrio Térmico do organismo.

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Doenças comuns

Doenças comuns

Por fim, as doenças não se pegam porque, constituindo elas, em todos os casos, desarranjos funcionais, são personalíssimas. Assim, uma má digestão nao contamina a pessoa que convive com o doente vítima dela.

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Doenças comuns

Doenças comuns

Devemos sempre ter presente que não existe doente sem febre, ainda que o termômetro não a acuse.
Nas crises agudas o estado febril aparece à superfície do corpo, enquanto que nos males crônicos a febre, em grau variável, está sempre refugiada no interior do ventre.

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Doenças comuns

Doenças comuns

Não é de estranhar, pois, que suprimindo os sintomas com drogas calmantes, as doenças agudas sempre curáveis, se tornem em doenças crônicas incuráveis por esses meios.

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Processo da digestão

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Devemos sentar-nos à mesa com o espírito alegre, livre de preocupações e tristezas, repousando pelo menos quinze minutos depois de acabada a refeição.
Evitemos beber em excesso durante a comida, porque os líquidos dissolvem os sucos estomacais, debilitando a sua acção e dificultando o processo digestivo-
Mastigar bem quer dizer triturar com os dentes, esmigalhar, reduzir a papa quase a líquido cada bocado, pois assim sofrem os alimentos a sua primeira digestão transformados pela saliva.
Não esqueçamos que metade da digestão se faz na boca, e as féculas digerem–se principalmente com a saliva, sem cuja preparação no estômago produzem ácidos venenosos que irritam os rins e o fígado.
As pessoas que carecem de dentes devem comer os alimentos ralados ou moidos, principalmente os que exigem uma cuidada mastigação.
Até mesmo a água deve beber-se a pequenos goles, procurando retê-la na boca, pois está provado que nesta se assimila principalmente a parte energética dos alimentos, assim como a parte química se absorve no tubo digestivo.
Os alimentos não devem chegar ao estômago com demasiada freqüência, pois este cansa-se e debilita a sua força digestiva.
Compreende-se a importância que tem para a Saúde uma boa dentadura, a qual só pode conservar-se evitando os dessarranjos digestivos. As pessoas que tenham dentes cariados devem obturá-los se for possível, ou extraí-los, pois de outro modo não servem senão de foco de putrefacções que envenenam o sangue e arruinam a Saúde.

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