Posts com a Tag ‘doenças bacterias’

Transmissão de doenças

Transmissão de doenças

Explica se assim o frio da pele e extremidades, característico dos anciãos, sempre unido à aceleração do seu pulso que revela a febre crônica das suas entranhas.
Iniciada a febre interna, a vítima dela vê-se progressivamente encerrada num círculo vicioso, em que o calor anormal do ventre favorece a corrupção dos seus alimentos e a fermentação pútrida destes, elevando a temperatura local e favorecendo novas putrefacções.

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Doenças no sangue

Doenças no sangue

Sabemos que, segundo a  Doutrina, febre é um processo infiamatório e congestivo dos tecidos afectados por reacção nervosa e circulatória. Ela origina-se e mantém-se por irritação, inflamação e congestão das mucosas e paredes do tubo digestivo, como é revelado pela íris e pelo pulso de todo o doente.

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Tipos de doenças

Tipos de doenças

Febre externa, erupções, diarréias, dores, supurações, etc, em si não actividades prejudiciais, senão manifestações defensivas do organismo que revelam a existência de matérias mortas, de substâncias estranhas ao corpo  as quais é preciso destruir e eliminar para libertar este da sua perigosa presencia.

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Doenças infecciosas

Doenças infecciosas

Só se cura a doença aguda, porque somente ela revela defesas naturais quadas e capazes de libertar o organismo da impurificação que altera o seu normal funcionamento.

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Doenças bacterias

doencas-bacterias

As doenças, pois, não vêm de fora como as supostas infecções, mas originam-se no interior do nosso corpo por alteração digestiva.
A doença, ou seja a falta de Saúde, é a sanção imposta pela Natureza à transgressão das suas leis que regem a vida. Mediante a dor vemo-nos obrigados a mudar de rumo. Ela também representa uma crise, reacção defensiva do organismo, que procura expulsar as impurezas que o prejudicam e que sempre se adquirem por nutrição antinatural.
Atribuir a doença, ou seja falta de Saúde, à infecçào microbiana, é dar àquela uma origem análoga ao acidente, o que contradiz a razão e também a nossa própria observação e experiência. Como veremos mais adiante, os micróbios são agentes de vida e não de morte.

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Saber Comer

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Ser sóbrio é comer pouco, bem mastigado e em tempo oportuno.
O excesso na comida é tão prejudicial como ingerir alimentos antinatu porque, forçado o trabalho do aparelho digestivo, este se congestiona e aumt de temperatura, produzindo-se fermentações nocivas que originam tóxicos ei nenadores do sangue.
Por natureza o homem é um dos seres mais frugais da Criação, sendo surpre dente a pequena quantidade de alimento que necessita para reparar as suas formas.
Assim Santo Hilário viveu seis anos comendo quinze figos por dia.
Santo Antônio, S. Benito e S. Bernardo viviam só de pão e água; Santo Ambrósio, de pão e hortaliças, etc.
A questão está em aproveitar o que se come, resultando mais favorável organismo pouco alimento que passe a formar parte da sua economia do muito que deixe matérias estranhas e o intoxique. Condição indispensável isso é a boa mastigação e lenta deglutição.
Não devemos comer sem fome, porque é forçar o estômago que não esta preparado, expondo-o a uma má digestão.
As nossas refeições devem ser feitas a horas determinadas, bastando pari adultos três, sendo a do meio-dia a principal.

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Etapas da respiração

etapas-da-respiracao

A respiração pulmonar deve fazer-se pelo nariz, com a boca fechada, pois o nariz é o guardião dos pulmões, aquecendo o ar demasiado frio e retendo as suas impurezas. Quanto melhor nos alimentarmos de ar, menos necessidade teremos de alimentos estomacais, e é por isso que as pessoas de insuficiência pulmonar, como os tuberculosos, têm uma grande actividade digestiva, sendo clássico o apetite destes doentes que nunca se satisfazem. A ninguém convém tanto os banhos de ar como às pessoas que sofrem dos pulmões; da mesma forma que aos doentes dos rins é especialmente útil a piração.
Assim como para ter uma boa digestão é necessário saber comer, ta para respirar devemos saber fazê-lo, e daí a necessidade da ginástica respiratória fazendo-a várias vezes por dia e, sobretudo, ao ar livre da manhã,  profundas por espaço de alguns minutos e com a boca fechada.
Devemos, pois, procurar o ar puro a toda a hora, como o alimento mai cioso para conservar a nossa saúde, dormindo todo o ano com a janela abi no Verão, se for possível, num pátio ou debaixo das árvores, sobre a ten pessoas que sofrem dos pulmões é especialmente necessário observar este selho, não temendo o ar frio que é mais tônico que o tépido e dormindo cama defronte de uma janela aberta, evitando as correntes de ar.
Estes conselhos convém a todos os doentes, já que o ar puro é o primeiro medicamento.

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