Observação de pressão arterial, radiografias, exames do sangue, do líquido céfalo-raquidiano, do suco gástrico, urina, saliva, fezes, etc, são meios conducentes a constatar um fenômeno cuja origem continuará no mistério para o médico, que deve conhecer a sua causa, verdadeiro fim de investigação, a qual está sempre filiada em más digestões e deficiente eliminação da pele do doente.
Estes erros explicam-se pelo falso conceito de doença que inspira a medicina profissional. Atribuídos os desarranjos orgânicos à obra do micróbio, é preciso investigar através do microscópio e aparelhos de laboratório. Mas, guiados pelo nosso critério, que em todo o processo mórbido verifica um desarranjo funcional do organismo, encontraremos a causa desta anormalidade nos próprios actos do doente e nos defeitos da sua nutrição e eliminações.

