Como é o ajuste nas células de defesa

Como é o ajuste nas células de defesa:
Confira o impacto do exercício em cada tipo de leucócito.

Macrófago:
É uma célula fagocitária, ou seja, engloba (ou engole, para os leigos) e quebra tudo o que é estranho. Ela também libera citocinas, moléculas que avisam aos demais leucócitos que há algo estranho acontecendo. O exercício aumenta a atividade do macrófago e amplia suas funções.
Neutrófilo:
Predominante nas primeiras 24 horas de resposta imunológica, esse leucócito índuz a morte de agressores jogando radicais livres neles. Seis horas depois do exercício, detecta-se um número de neutrófilos cinco vezes maior.
Linfócitos:
Há dois tipos:T e B. O primeiro armazena informações sobre os estranhos,ficando responsável pela memória imunológica. 0 segundo fabrica anticorpos específicos. Durante o exercício, a proliferação de linfócitos cai 25%, mas seis horas depois se normaliza.
Natural killers:
São leucócitos com atuação bastante peculiar e que têm como alvos preferidos as bactérias e as células cancerosas. Durante a atividade física a quantidade de células natural killers cresce 200%. Duas horas depois, esse número cai pela metade.

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Benefícios na dança no ar

Malhação no ar:
Você já se imaginou a alguns metros do chão fazendo os mesmos movimentos dos artistas mambembes? Além de divertidas, as aulas de circo trazem inúmeros benefícios para o corpo e a mente. Os exercícios desenvolvem força de braços, ombros, costas e abdome, além de resistência muscular de pernas e glúteos. “Essa atividade trabalha o corpo em sua totalidade: fortalece as principais articulações e praticamente toda a cadeia muscular. Por meio dos movimentos, ainda é possível desenvolver elasticidade, coordenação motora e sensibilidade, pois o”aíuno que passa do nível básico é capaz de criar uma dança no ar”, diz Mariana Duarte, professora de acrobacias aéreas, da academia Fit Arena, em São Paulo. Os movimentos também melhoram a auto-estima, aumentam a flexibilidade, ajudam a vencer o medo e trabalham o equilíbrio, a concentração e a expressão corporal. E’o melhor: queimam muitas calorias! “De acordo com o peso, o sexo e, principalmente, a disposição do aluno, pode-se gastar até 400 calorias em uma hora de aula”, afirma Mônica Lisboa Diniz, professora de educação física, de São Paulo. “Qualquer pessoa ativa e com a saúde em ordem pode praticar os exercícios circenses. Mas, antes da aula, todos devem fazer um aquecimento especial”, orienta.

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7 clicas para escolher uma boa academia

7 clicas para escolher uma boa academia:

1. Procure um local perto da sua casa ou do seu trabalho para facilitar seu dia-a-dia e evitar que você desista facilmente das aulas.
2. Antes de fazer a matrícula, converse com o coordenador para saber se o local corresponde às suas expectativas.
3. Observe as instalações e a conservação dos aparelhos.
4. Fique de olho na higiene de piscinas, colchonetes, vestiários e pisos.
5. Verifique se as salas de aula comportam o número de alunos permitido.
6. Questione se os professores são realmente formados em educação física.
7. Assista a uma aula experimental e observe se os professores dão a mesma atenção para todos os alunos.

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Muito além do bem-estar

Muito além do bem-estar:
A atividade física também provoca a liberação no sistema nervoso central de endorfinas, famosas pela sensação de prazer.
Os cientistas descobriram que alguns leucócitos possuem receptores dessas substâncias. A hipótese é de que a endorfina ative essas células.
Trabalho organizado:
O corpo encara o exercício como um estresse. Por isso, o sistema nervoso central manda liberar cortisol no sangue.
Esse hormônio tem a capacidade de reorganizar o trabalho dos leucócitos e também de diminuir a atividade deles, o que às vezes é desejável.

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Benefícios do exercício

O exercício pode livrar a pessoa de uma bela doença porque deixa a reação do organismo mais rápida e certeira. “Já está provado que a atividade física regular estimula a produção de citocinas, imunoglobulinas e células chamadas natural killers”, enumera Jay Campisi, especialista em neuroimunofisiolo-gia da Universidade do Colorado, nos Estados Unidos.
Mas o que significam todos esses nomes? “As citocinas são moléculas mensageiras liberadas pelo sistema imune para iniciar uma resposta ao agressor”, responde Edna Reiche, da Universidade Estadual de Londrina. Fazem parte do grupo as interleucinas e os interferons, substâncias com papel importante no tratamento de males como a aids e a hepatite.
Já imunoglobulina é o nome científico do popular anticorpo. “Eles são produzidos quando um antígeno, uma bactéria ou vírus, por exemplo, está presente”, informa Déa Villa-Verde, coordenadora do Departamento de Imunologia da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Enquanto as tais células natural killers, como o próprio nome inglês sugere, podem ser definidas como assassinas profissionais.
“Sabe-se que elas têm, inclusive, capacidade de reconhecer e matar células tumorais”, ressalta o fisio-logista Luís Fernando Costa Rosa.
Quando se fala em imunomo-dulação, porém, automaticamente se pensa em aumento das células defensoras, mas o acerto de contas também pode significar a diminuição da quantidade de algumas delas. É que o vaivém de informações dos sistemas imune, neuro e endocrinológico provoca uma regulação constante.”Costu-mamos comparar essa interação ao giro de um cata-vento, que cada hora vai para um lado”, diz o cientista João Palermo Neto, do Grupo de Pesquisas em Neuroimunomodulação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). “Assim como o sistema imune avisa ao cérebro sobre a presença de uma doença e a necessidade de economizar energia, às vezes o sistema nervoso manda as defesas serem mais econômicas.”
Foi esse efeito que os pesquisadores do Laboratório de Metabolismo do ICB — USP obtiveram em um novo experimento, desta vez recrutanto ratinhos portadores de artrite reumatóide. “Classificada como auto-imune, a doença é provocada por um descompasso das próprias defesas”, define Costa Rosa. A confusão interna inflama as articulações, causando dor, inchaço e dificuldade para realizar movimentos. A hipótese era de que a atividade física freqüente traria as células tresloucadas para o funcionamento normal — ou seja, nesse caso, a imunomodulação serviria para brecar a ação destruidora das células. Deu certo.
Os roedores que praticaram natação regularmente passaram a se mexer mais, um sinal de que os sintomas se aplacaram. Num futuro próximo, quando estudos com seres humanos comprovarem os benefícios já encontrados nas cobaias, o exercício poderá ser receitado como um medicamento capaz de pôr o sistema imune nos eixos. Você pode se antecipar e escolher uma atividade física agora, de preferância aeróbica, como nadar, correr, caminhar, pular corda ou andar de bicicleta. E lembre-se: não exagere, mas tente praticar sua opção todo dia.

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O exercício dá proteção

O exercício dá proteção:

Por dois meses, 40 ratinhos fizeram exercício diariamente, tendo só um dia de folga por semana. Durante uma hora eles corriam na esteira, numa simulação perfeita do que as pessoas fazem na academia. Enquanto isso, outros 40 roedores passavam os dias numa boa, naquela rotina sedentária que muitos seres humanos ainda insistem em levar. O detalhe é que todos esses bichos tinham um tipo de câncer chamado tumor de Walker 256.
O objetivo dos pesquisadores ao pôr os ratinhos para malhar era justamente avaliar o impacto da atividade física moderada e regular na saúde de portadores de câncer. O resultado foi além do esperado: as cobaias malhadoras viveram o dobro do tempo. “Ne las o crescimento do tumor ficou comprometido”, conta o fisiolo-gista Reury Frank Bacurau, autor da pesquisa feita recentemente no Laboratório de Metabolismo do Instituto de Ciências Biomé-dicas da Universidade de São Paulo (ICB — USP).
Estudos relacionando um programa de exercícios à melhora na qualidade de vida de pacientes não são novidade. Só que, quando se trata de seres humanos, o bem-estar de malhar, a companhia dos amigos, o contato com a natureza e até mesmo a fé de que aquela atitude ajudará a combater a doença podem influenciar o resultado positivamente. Aí fica difícil para os cientistas saber se o exercício é capaz de ajudar, sozinho, sem nenhum aspecto psicológico na jogada.
Ao contrário das pessoas, as cobaias não possuem sentimentos nem são sugestionáveis. Os ratinhos nem ao menos têm consciência de que estão doentes. Daí a prova de que o efeito protetor contra o câncer também é fisiológico e deve-se a mudanças me-tabólicas desencadeadas pelo movimento. As pesquisas nesse campo indicam que a atividade física provoca um ajuste benéfico no sistema imunológico. “Há um aumento na quantidade e na capacidade de suas células, chamadas de leucócitos”, explica o fisiolo-gista Luís Fernando Costa Rosa, chefe do Laboratório de Metabolismo do ICB — USP. Mais bem ajustado, o organismo resiste eficazmente às doenças mais variadas — do câncer à gripe, passando por micoses e afins.

É esquisito pensar que existe uma relação direta entre praticar uma atividade física e ganhar um sistema imune mais eficiente contra fungos, vírus e bactérias. Mas foi exatamente o que um trabalho australiano publicado há três anos no jornal do American College of Sports Medicine constatou: o exercício, quando praticado com regularidade e num ritmo agradável, diminui as chances de a pessoa pegar infecções. O
intrigante é que exagerar na dose provocava o efeito contrário. Sim, os atletas, sempre às voltas com treinos puxadíssimos, vivem com gripe, problemas respiratórios e até mesmo hepatite.
A explicação para essa aparente incoerência está numa substância chamada glutamina. “Quem pratica exercícios moderadamente tem as taxas dessa substância constantes no sangue”, esclarece o fisiologista Luís Fernando Costa
Rosa. Isso é ótimo, pois a glutamina serve de alimento para os leucócitos. Bem nutridas, essas células trabalham direitinho. O problema é que o treino intenso faz os níveis de glutamina despencarem — e aí a resistência cai junto.
A saída para garantir apenas o bom efeito da malhação é pegar leve ou, no caso dos atletas, partir para a suplementação. “Os ami-noácidos de cadeia ramificada, conhecidos como BCAAs, são usados na produção de glutamina”, conta Costa Rosa. “Tomar esses suplementos evita a queda da substância e diminui a incidência de doenças respiratórias.”
Entretanto, não pense que basta engolir algumas cápsulas para melhorar a capacidade das defesas. O mecanismo é bem mais complexo e ainda nem foi completamente elucidado. Por enquanto sabe-se que o exercício provoca alterações nos sistemas neuro e endocrinoló-
gico — ou seja, no cérebro e nas glândulas —, que, por sua vez, influenciam o sistema imune.
“As células dos três sistemas se comunicam, para que um regule o outro”, justifica Edna Reiche, professora de Imunologia da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no Paraná. A interação promove um ajuste fino nas funções do sistema imune – como a multiplicação ou a redução de certas células e a liberação de anticorpos. Às vezes esses rearran-jos são imperceptíveis ou acontecem sem que a ciência conheça seus efeitos a curto ou longo prazo. O fato é que essa adaptação, chamada pelos pesquisadores de imunomodulação, otimiza o funcionamento do sistema imu-nológico. Assim o organismo conserta rapidamente qualquer desequilíbrio, seja ele interno — um tumor, por exemplo — ou externo, como a invasão por vírus.

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Flacidez no rosto

Os movimentos do dia-a-dia:
Há um jeito certo de limpar a boca, de dormir e até de mastigar. A fonoaudióloga paulista Flavia de Chamlian, estudiosa da ginástica facial, revela como:
Ao limpar a boca, passe o guardanapo de cima para baixo no lábio superior e de baixo para cima no lábio inferior, i Ao mastigar use os dois lados da boca. Assim, ambos se desenvolvem igualmente.
Ao dormir, tente variar a posição da cabeça para não pressionar sempre a mesma face. E nunca deixe a mão sob o rosto.
Não movimente exageradamente o rosto ao falar. Assim a região ao redor dos lábios não ficará tão marcada. Nesse ponto, o cigarro, aliás, é um perigo!
Não custa repetir: debaixo do sol use sempre protetor solar e óculos escuros para evitar franzir os olhos.

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A ginástica facial

A ginástica facial é uma boa opção para combater as rugas e aflacidez. Sete especialistas explicam por quê:

Ninguém duvida dos efeitos de um bom creme anti-rugas. Da plástica, muito menos. Mas quando a pergunta é sobre as caras e bocas na frente do espelho muita gente torce o nariz. À toa, diga-se. Dos sete profissionais ouvidos pela SA ÚDEl, sete concordaram que fazer caretas todos os dias pode render uma bela surpresa na pele e nos músculos da face. “Em três meses há uma melhora de 30% a 90% no aspecto”, garante a fonoaudióloga Vera Mendes, do Espaço Odara, em São Paulo. Ela fala com conhecimento de causa. Vera aplicou a técnica em um grupo de 12 mulheres entre 30 e 70 anos e analisou os resultados.
Animado? Calma lá! Não adianta correr atrás de um livro de exercícios, do tipo receita de bolo. O primeiro passo é procurar um especialista. “O programa só funciona quando é personalizado”, avisa a esteticista Denise Rodrigues Ribeiro, de São Paulo. É que cada um de nós tem formas bem particulares de movimentar o rosto. Uns arregalam os olhos, outros fazem cara de preocupação o tempo todo… Essas repetições acabam marcando diferentemente a pele — daí vêm as rugas de expressão.
Uma das funções da ginástica facial é identificar os movimentos nos quais o indivíduo, sem perceber, costuma insistir para, digamos, desprogramar esse padrão. “Se for encarada como uma reeducação das feições, ela poderá ajudar”, opina o fisiologista Paulo Zogaib, da Universidade Federal de São Paulo.
Aplique uma boa dose de hidra-tante no rosto, faça uma massagem e você está pronto para a sessão de caretas — que deve ser um ritual diário, lembre-se. Do contrário, o esforço será em vão. Só nota a melhora na aparência quem tem disciplina. “Os exercícios reforçam o tô-nus muscular”, indica o cirurgião plástico mineiro Carlos Eduardo Guimarães Leão, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, que ensina a técnica em seu consultório.
A conseqüência é direta: um músculo firme acomoda melhor a pele — que, aliás, sai ganhando também por outro motivo. “A ginástica ativa a circulação sangüínea local e, portanto, a oxigenação das células cutâneas”, acrescenta a dermatologista goiana Lia de Castro, da Sociedade Brasileira de Dermatologia. Só não vale aumentar o número de repetições por conta própria. “Esses músculos são delicados e se passarem por um esforço exagerado podem acabar fatigados”, alerta Márcia Mari-ani, fisioterapeuta de São Paulo. Daí o tiro sai pela culatra. Apesar de ser um recurso a mais para os vaidosos de plantão, a ginástica facial não faz mágica, muito menos quando o indivíduo não toma outros cuidados. “Ela é um coadjuvante e não resolve casos muito graves de rugas e flacidez”, pondera Lia de Castro.

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Diferença de 1 centímetro nas pernas

Minha filha tem diferença de 1 centímetro nas pernas. É problema?

Como se limita a 1 centímetro, a diferença não é preocupante. “Mesmo assim, o ideal é compensar a disparidade com uma palmilha no sapato correspondente à perna mais curta”, ensina Nelson Astur. Entretanto, se a desproporção for maior que 1 centímetro, há risco de a sua filha desenvolver problemas na coluna. Por isso você deve levála ao médico.

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¿Por que as perninhas em X são típicas dos gordinhos?

¿Por que as perninhas em X são típicas dos gordinhos?
Simples. Por causa das coxas grossas as pernas se abrem para fora. “Aí, para manter o equilíbrio, os joelhos se aproximam, formando o X”, descreve Joaquim Grava. Até os 3 anos, é normal a criança ficar em pé nessa posição — chamada geno-valgo. Depois dessa idade, se continuar pisando assim, pode ser necessário usar aparelhos corretivos à noite e, se o desvio for acentuado, partir para a cirurgia.

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