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Doenças do sistema respiratorio

Doenças do sistema respiratorio

A febre interna acelera o ritmo cardíaco e faz com que o coração lance aos pulmões com maior freqüência a onda sangüínea, congestionando os órgãos respiratórios e debilitando as suas funções de nutrição e eliminação.

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Mais saude

Mais saude

Não se permitirá o frio dos pés, combatendo-o com vida ao  finalmente, é indispensável para a Saúde respirar ar puro de dia e de noite mindo com a janela aberta; este recurso dará cores formosas ao rosto sem sidade de artifícios.

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Etapas da respiração

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A respiração pulmonar deve fazer-se pelo nariz, com a boca fechada, pois o nariz é o guardião dos pulmões, aquecendo o ar demasiado frio e retendo as suas impurezas. Quanto melhor nos alimentarmos de ar, menos necessidade teremos de alimentos estomacais, e é por isso que as pessoas de insuficiência pulmonar, como os tuberculosos, têm uma grande actividade digestiva, sendo clássico o apetite destes doentes que nunca se satisfazem. A ninguém convém tanto os banhos de ar como às pessoas que sofrem dos pulmões; da mesma forma que aos doentes dos rins é especialmente útil a piração.
Assim como para ter uma boa digestão é necessário saber comer, ta para respirar devemos saber fazê-lo, e daí a necessidade da ginástica respiratória fazendo-a várias vezes por dia e, sobretudo, ao ar livre da manhã,  profundas por espaço de alguns minutos e com a boca fechada.
Devemos, pois, procurar o ar puro a toda a hora, como o alimento mai cioso para conservar a nossa saúde, dormindo todo o ano com a janela abi no Verão, se for possível, num pátio ou debaixo das árvores, sobre a ten pessoas que sofrem dos pulmões é especialmente necessário observar este selho, não temendo o ar frio que é mais tônico que o tépido e dormindo cama defronte de uma janela aberta, evitando as correntes de ar.
Estes conselhos convém a todos os doentes, já que o ar puro é o primeiro medicamento.

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A Respiração

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Dizia Hipócrates: «O ar puro é o primeiro alimento e o primeiro medicamento».
Com efeito, tem havido homens, como, por exemplo, o tão falado alcaide de Cork, na Irlanda, que, fazendo a greve da fome na prisão, prolongou 72 dias a sua existência sem consumir alimento algum, bebendo apenas água.
Pelo contrário, ninguém ainda pôde manter a sua vida sem respirar durante 8 ou 10 minutos, o que nos está demonstrando a sabedoria do preceito hipocrático.
Desgraçadamente, parece que, na prática, o homem não se capacitou ainda da importância que o ar tem como fonte de energia vital, pois, nas cidades principalmente, vive-se fugindo do ar puro e buscando o ar confinado e impuro das habitações, teatros, clubes, tabernas, etc.
Como alimento, o ar puro abastece a maioria das nossas necessidades fisiológicas, de tal modo que no campo, nos bosques, nas montanhas ou nas praias se pode viver, principalmente de Ar e, secundariamente de alimentos destinados ao estômago. Compreende-se assim a frugalidade dos camponeses que, apesar dos seus rudes trabalhos e enérgico desgaste físico, vivem sãos com um pão integral e um prato de feijões por dia.
Ao contrário, nas cidades onde o ar como alimento não reúne as excelências do ar puro, para manter a energia vital, o homem necessita de sobrecarregar o estômago de alimentos, os quais por má escolha, mantêm um estado geral de insuficiência vital.
O ar deve entrar na nossa economia por duas vias: pelos pulmões e pela pele.
A pele é um segundo pulmão, ao mesmo tempo que um segundo rim, absorvendo normalmente a 4.a ou 5.a parte do oxigênio de que necessitamos e expelindo em análoga proporção os desperdícios do nosso desgaste orgânico.
Para que a pele desempenhe as suas funções, é indispensável que esteja em contado directo com a atmosfera ou pelo menos que esta se renove sobre aquela, e daí a importância dos banhos de ar e o prejudicial uso de camisolas e roupa apertada ao corpo.

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