Ao culpar o micróbio como causador dos seus males, o homem não quer reconhecer o erro próprio porque, contrariando a Lei Natural, cada qual se converte no pior inimigo de si próprio.
O ser racional, para cuja alimentação se fizeram as frutas frescas c oleaginosas, abandonando estes alimentos vivos, puros e energéticos, come substâncias cadavé-ricas e com isso acumula no seu corpo as matérias pútridas que o micróbio deve remover. Esquecendo os seus próprios erros de Vida, sem razão o homem culpa este das putrefacções que envenenam o seu sangue, originam as suas enfermidades e preparam prematura e trágica morte por auto-intoxicação.
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Tipos de micróbios
Doenças causadas por micróbios
A enfermidade, que é anormalidade, desordem, não pode ter por causa uma acção harmônica e ordenada como a que desempenham os micróbios que actuam obedecendo à Lei Natural. Atribuir um efeito anormal como é a doença, a uma acção normal como a desenvolvida pelo micróbio, é cair no absurdo de aceitar um efeito contrário à natureza da causa que o produz.
Os micróbios
As mesmas leis que dirigem o movimento dos astros, que regulam as estações do ano e que, mediante o instinto guiam constantemente o irracional pelo caminho da normalidade, estas mesmas leis, repetimos, colocam o micróbio no lugar e missão que lhe correspondem para contribuir à harmonia universal, fundamento da vida.
Como é possível que todos os médicos se tenham enganado, toda a sua vida, unanimemente’! É que não há que tomar por unanimidade» de opinião o que só é simples «uniformidade de ensino. Que podem «opinar» esses jovens educandos, dependentes só de aprender bem a lição que lhes permita passar logo a eminentes homens de ciência ?
Micróbio
Esta é a melhor prova contra a teoria microbiana como causa dos males do homem.
O micróbio está sempre bem onde se encontra, pois as suas actividades e a sua vida desenvolvem-se, em todos os momentos, em harmonia com as leis imutáveis da Natureza. Como acabamos de dizer, a sua missão é fazer a polícia dos tecidos, devorando substâncias orgânicas mortas, em decomposição, introduzidas no organismo por meio de uma alimentação cadaverica e derivada de putrefacções intestinais, as quais ficam nele retidas por deficientes eliminações da sua pele, rins e intestinos C1).
Parasitas humanos
Vemos, pois, que assim como os parasitas são para o homem elementos de perturbação e de morte, os micróbios constituem um aliado da vida orgânica porque, nutrindo-se de substâncias prejudiciais para o organismo, favorecem a sua remoção e eliminação, o que eqüivale a ajudar o saneamento do sangue e tecidos do corpo.
Isto é revelado pela íris de todo o doente. A presença de micróbios não aparece como anormalidade na íris; pelo contrário, os parasitas, como as lombrigas e o ácaro da sarna, manifestam-se com claros sinais de anormalidade, como se explica na minha obra A íris de Teus Olhos Revela a Tua Saúde.
Isto é revelado pela íris de todo o doente. A presença de micróbios não aparece como anormalidade na íris; pelo contrário, os parasitas, como as lombrigas e o ácaro da sarna, manifestam-se com claros sinais de anormalidade, como se explica na minha obra A íris de Teus Olhos Revela a Tua Saúde.
Doenças por parasitas
A diferença essencial que existe entre parasitas e micróbios está em que os primeiros se nutrem dos alimentos com que se mantém o indivíduo que os aloja, ou à custa directa do seu sangue e matérias vivas do seu corpo, como sucede com as lombrigas, a triquina, os percevejos, os piolhos e o ácaro da sarna. Pelo contrário, os micróbios desenvolvem-se em putrefacções de matérias orgânicas, os quais requerem ao mesmo tempo substâncias mortas e temperatura de febre. O micróbio nutre-se destas matérias putrefactas cuja desagregação favorece, fazendo no corpo uma obra de saneamento análoga à dessas aves que se alimentam de cadáveres em decomposição.
Todas as doenças
Salvo intoxicação com ar viciado, toda a doença, qualquer que seja o seu nome ou manifestação, sempre se origina e se mantém por desequilíbrio térmico do corpo, de intensidade variável. Repetimos, a febre interna produz a putrefacção dos alimentos, os quais, corrompendo-se em vez de nutrirem, envenenam o organismo.









