Arquivo da Categoria ‘Metabolismo microbiano’

Purificação organismo

Purificação organismo

Neste vulgar exemplo se explicam os critérios alopata e naturista para con seguir o saneamento ou purificação do organismo enfermo, ou seja, a sua cura. A medicina alopática empenha-se em combater o micróbio que julga ser o causador das doenças e, para destruí-lo, arruina e mata o organismo onde aquele se instala. Pelo contrário, a minha doutrina, que no micróbio apenas vê um efeito da doença que é constituída pela acumulação de imundícies no organismo, procede à limpeza deste tirando assim ao micróbio o terreno favorável para a sua vida e desenvolvimento, com o que desaparece a doença, constituída pela impurificação orgânica, e também o seu efeito, o micróbio.

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Intoxicação medicamentosa

Intoxicação medicamentosa

Intoxicação medicamentosa. Suponhamos uma casa infestada de bichos como baratas, moscas, pulgas, percevejos, etc, e o seu dono empenhado em acabar com esta verdadeira infecção. Procura um técnico da escola alopata, o qual, seguindo a teoria microbiana, instala na dita casa um laboratório de venenos para com eles fazer diárias e repetidas fumi-gações e irrigações aos pavimentos, paredes e tectos. Ao princípio parece assegurado o êxito das aplicações, pois, por todas as partes se encontram cadáveres dos incômodos hóspedes; mas, antes de muito pouco tempo voltam a aparecer os inimigos que, ainda que movamente extintos com os venenos, reaparecem periodicamente. O proprietário, que assinalou estragos nas pinturas, paredes e madeiras do edifício, sem ficar livre da infecção, resolve mudar de sistema e entrega a um técnico natu-rista o saneamento da sua casa. Este, que sabe que o micróbio não vive senão de impurezas e sujidades, sem atacar directamente os insectos inimigos, faz esmerada limpeza de pavimentos, tectos, paredes e cantos dos quartos e demais dependências, conseguindo em breve tempo deixar a casa permanentemente livre dos incômodos hóspedes, sem produzir deteriorações na habitação.

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Intoxicação sintomas

Intoxicação sintomas

A 37 graus centígrados, no corpo humano não há virulência em nenhum micróbio. Isto é, os micróbios virulentos que, com as suas toxinas, atacam a vida do organismo, desenvolvem-se todos a temperatura de febre, ou seja a mais de 37 graus. Quanto maior for a febre, mais tóxicos são os micróbios e, portanto, mais perigosa é a sua presença no corpo doente. Deduz-se daqui que, para salvar o paciente da intoxicação microbiana, devemos combater a febre, em lugar de perseguir os micróbios.

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Diferentes micróbios

Diferentes micróbios

Por outro lado, convém saber que os micróbios não podem viver separados do terreno’doentio, que desagregam, de maneira que, para inoculá-los, devem ir no vírus em que se cultivam. O que produz, pois, a enfermidade do indivíduo ino-culado, é o envenenamento do seu sangue por esta peçonha e não pelo micróbio.
Ventres febris e pletóricos de imundícies em putrefacção constituem ambiente propício para a vida e desenvolvimento dos diferentes micróbios, cujas espécies variam como as lombrigas, conforme a qualidade do terreno e a temperatura. Assim, no intestino temos os benéficos colibacilos a 37 graus. À medida que o ventre se torna febril, aparecerão os daninhos micróbios da putrefacção.

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Enfermidade

Enfermidade

O argumento que se faz valer para provar que o micróbio produz a enfermidade, é este: se injectarmos numa pessoa o espiroqueta, aparecer-lhe-á a sífilis, podendo dizer-se outro tanto da tuberculose ou outra doença. No entanto, este argumento só prova que o micróbio aí onde se localizou, encontrou um terreno favorável para o seu desenvolvimento, ou seja, que já existia o doente ignorado, quando se inoculou a bactéria, a qual pôs em fermentação o terreno doentio existente, dando lugar aos diversos sintomas, qualificados de sífilis ou tuberculose. Isto está demonstrado pela iridologia, que revela que a chamada sífilis, como a tuberculose ou o cancro, são estados crônicos de grande impurificação orgânica por más digestões permanentes.

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Infecção aguda

Infecção aguda

Os sintomas agudos de toda a infecção aguda só nos revelam a «fermentação» do” terreno impuro, existente com antecipação no corpo afectado. Esta fermentação, requerendo temperatura de febre interna, favorecc-se com o esfriamento da pele que concentra o calor no interior do ventre. Assim se explica que as constipações se originem e vão acompanhadas de «infecções intestinais», as quais são propriamente «putrefacções intestinais», companheiras inseparáveis de toda a doença.

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Sintomas infecção bacteriana

Sintomas infecção bacteriana

Sintomas infecção bacteriana:
Também no lar se comprova que num dia de calor de Verão, a panela de comida que se deixa da manhã à noite, azeda e entra em fermentação pútrida. Para evitar este inconveniente inventou-se o frigorífico, porque combatendo-sc o calor evita-se a putrefacção.
Pelo exposto é fácil compreender que, se num corpo doente se deseja combater uma «infecção» microbiana, bastará favorecer a eliminação pela pele, rins e intestinos, das impurezas nele acumuladas e combater a febre interna do seu ventre. Nada de caçar micróbios com venenos.

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Infecção generalizada sintomas

Infecção generalizada sintomas

Faltando o terreno impuro ou a temperatura de febre interna, não há possibilidade para o desenvolvimento de uma infecção microbiana. É isto o que vemos todos os dias: uma casa suja, durante o Inverno, por falta de calor adequado, está livre de pulgas, moscas, baratas e outros insectos que se criam nas imundícies e, ainda quando o tempo esteja quente, numa casa limpa tão-pouco se desenvolvem esses hóspedes.

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Sintomas de infecção

Sintomas de infecção

Convém não esquecer que em toda a sintomas de infecção actuam sempre no organismo dois factòres prévios: terreno impuro, formado por acumulação de matérias orgânicas, mortas, introduzidas mediante má nutrição e, além disso, temperatura febril que é a adequada para a decomposição, fermentação e putrefacção das matérias estranhas aos tecidos vivos do corpo.

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Infecção sintomas

Infecção sintomas

Segundo a teoria que atribui as doenças ao micróbio, um homem são pode converter-se num doente por uma repetida «infecção», embora a Natureza nada faça por saltos, de maneira que, para passar do estado de Saúde ao de doença, requer-se um processo de desorganização e desenvolvimento mais ou menos longo e lento.
O sangue impurifica-se respirando ar impuro, mediante prolongados desarran-jos digestivos e por deficiente trabalho eliminador da pele. Compreende-se, então, que a doença tem uma origem interna e não estranha ao corpo, no que se diferencia do acidente.

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