Arquivo da Categoria ‘Medicina farmacêutica’

É assim que age a drospirenona

Em três frentes: É assim que age a drospirenona:

Evita a gravidez:
Como outros agentes anticoncepcionais, eia faz o papel da progesterona e inibe a ovulação. Sem um óvulo à espera, não pode haver fecundação.
Inibe a porção masculina:
A substância também diminui a ação dos hormônios masculinos — que, sim, existem em doses ínfimas no organismo da mulher. Só que, ali, eles podem causar um aumento indesejável de pêlos, de suor e de oleosidade nos cabelos e na pele. Daí, aliás, o efeito antiacne da novidade.
Fora, água:
A drospirenona estimula o organismo a eliminar o sódio. E este arrasta íquido junto.

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O anticoncepcional que desincha

O anticoncepcional que desincha.
Uma nova pílula faz o inverso de suas antecessoras: provoca uma leve perda de líquido.

Tomar anticoncepcional sempre foi um dilema para muitas mulheres. Ao mesmo tempo que previne a gravidez, ele é capaz de levar a um aumento de peso. Recentemente, porém, chegou ao Brasil um medicamento à base de drospirenona que recebeu o nome comercial de Yasmin. A novidade age no sentido contrário: leva à perda de líquido e, conseqüentemente, de peso. Sem contar que atenua problemas de pele de fundo hormonal.
A drospirenona é uma substância sintética muito parecida com a pro-gesterona natural, o hormônio feminino que inibe a ovulação. Segundo o obstetra e ginecologis-ta Aroldo Fernandes Camargo, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, em dois anos usando o anticoncepcional a mulher elimina cerca de 2 litros de líquido. “Isso acaba com o desconforto do inchaço”, diz ele, um dos coordenadores da pesquisa do remédio no Brasil.
Outra característica do hormônio sintético é a eficiência no combate à acne moderada e à oleosidade do cabelo. “É possível notar a melhora em dois meses”, conta o professor da UFMG. “Esse seria, vamos dizer, o efeito cosmético.” Nas voluntárias que participaram dos testes, observou-se também o dobro de eficácia contra os sintomas da TPM em relação a outros anticoncepcionais.

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Shampoo e condicionador

Capi Vida Ultraliss.

Chegamo aos supermercados o xampu e o condicionador para cabelos lisos e secos da Coper. O químico Nelson Okazaki revela que na fórmula há queratina, proteína capaz de hidratar os fios.

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Intoxicações medicamentosas

Intoxicações medicamentosas

A medida que se recorre às drogas, o organismo vai-se tornando cada vez menos sensível à excitaçâo do veneno cuja dose é preciso aumentar de cada vez; e insensivclmentc assim se vai caindo na intoxicação medicamentosa que arruina a vitalidade do organismo.

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Dor de cabeça

Dor de cabeça

Temos, por exemplo, uma dor de cabeça: a pessoa afectada recorre à aspirina, ou mesmo a qualquer outro preparado farmacêutico terminado em «ina», e ingerindo o «medicamento», ao fim de pouco tempo notará a desapariçâo da sua dor. «Curou-se» a doença da cabeça? Não, porque não se afastou a causa, que sempre é interna, e a sua origem está no ventre; mas a dor, que era reacção defensiva da Natureza, desapareceu por envenenamento da célula nervosa, cuja actividade, manifestada na dor, foi paralisada pela acção deprimente do tóxico injectado ou ingerido. Neste caso os nervos sensitivos perderam a direcção das suas funções como sucede a um bêbedo que se incapacita para andar, ver, falar e sentir normalmente por intoxicação alcoólica.

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Intoxicação medicamentosa

Intoxicação medicamentosa

Sendo a vida actividade nervosa, o agente que deprime e aniquila esta actividade, como o veneno de drogas ou injecções, não é elemento de vida mas de morte.
Mas assim como os inimigos mais perigosos, para desenvolverem a sua acção come çam por acariciar a sua vítima, assim também os venenos das drogas enganam c atrai-çoam os doentes com um passageiro bem-estar que antes ou depois se transforma em maior mal, até aniquilar a própria Vida.
Das enfermidades que podem afectar. uma pessoa, nenhuma há mais perigosa e rebelde do que a intoxicação medicamentosa.

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Medicina farmacêutica

Medicina farmacêutica

Tem-se ido tão longe no caminho da medicina farmacêutica que é freqüente descobrir pelo exame da íris, uma doença não considerada pelo médico: a intoxicação medicamentosa.
É de tal gravidade este mal, cm que insensível e inconscientemente caem algumas pessoas, que nos tem sido freqüente observar íris de boa contextura num organismo mais ou menos paralisado no seu funcionamento por obra da acção deprimente da vitalidade orgânica que caracteriza todo o tóxico.

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