Arquivo da Categoria ‘Medicina’

Doenças venéreas

Doenças venéreas

Erro profundo é falar de doenças dos ouvidos, do apêndice, vesícula, de olhos, fígado, coração e rins, porque o corpo não adoece por partes, já que constitui um todo indivisível, regido pelo mesmo sangue e activado pelo mesmo fluido nervoso.

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Medicina interna

Medicina interna

A Medicina sintomática que se pratica como ciência oficial, é antieficiente porque desconhece o facto de que, estando o nosso corpo regido por leis imutáveis as suas reacções naturais levam-no sempre a actuar em sua própria defesa. Com bater directamente estas reacções manifestadas no sintoma, é desarmar a Natureza e obrigar o organismo a conviver com os seus próprios inimigos.

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Saúde total

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Pelo contrário, a  Doutrina tem por fim restabelecer o Equilíbrio  do corpo, alterado em todo o doente, com o que se normalizarão a de nutrição e eliminação em que descansa todo o processo vital.  O agente curativo de que  a própria força vital do doente, que reside no seu sistema nervoso, a que mulada naturalmente sem esgotá-la com venenos ou mutilações.
Segundo a  Doutrina Térmica não se curam «enfermidades», regeneram-se organismos doentes, restabelecendo a sua Saúde total, me volta à normalidade funcional do seu corpo, que só será possível com o e das suas temperaturas interna e externa.

Sob outro aspecto, podemos dizer que, enquanto a Medicina  é «eliminadora» porque favorece a expulsão de matérias mórbidas do corpo, cina medicamentosa é «sufocante», porque procura impedir a eliminação de morbosidades, como sucede com o tratamento abortivo de purgações, fluxos, fístulas, varíola, eczemas, roséolas, erupções, etc.

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O Saudável

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Objectivos: A  Medicina da Natureza tem como objectivo a Saúde. As primeiras observam com interesse as mil anorm do doente, sem lhes interessar a normalidade do saudável. São os doentes e não os saudáveis que dão bem-estar e progresso aos titulares da medicina.
Enquanto a Medicina Profissional inventa, cataloga, investiga, diagnostica e combate «enfermidades», a Doutrina Térmica ensina, e procura restabelecer a «Saúde» do doente, normalizando a sua digestão e activando as suas eliminações pela pele, mediante o restabelecimento do Equilíbrio Térmico do corpo, como se explicará. Em vez de drogas, soros, vacinas, injecções, rádio e intervenções cirúrgicas, para restabelecer a Saúde de todo o doente, o  sistema prescreve Regime de Saúde, segundo o qual o organismo se «regenerará» integralmente pela sua própria virtude e sem necessidade de intervenções estranhas e menos de agentes destrutivos como os já nomeados.

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Medicina Natural e Medicamentosa

medicina

Existem duas Medicinas: Medicina da Natureza e Medicina Profissional.
A Medicina da Natureza faz parte da Lei da Vida e constantemente colabora para o bem-estar do homem. Daqui se conclui que o nosso organismo tende sempre para a Saúde.
A Medicina Profissional é invenção do homem para benefício dos que a praticam. A Medicina da Natureza, defendendo sempre a Saúde e Vida dos indivíduos, deixa sem clientela a Medicina Profissional. Daqui, a oposição, libertando a primeira e escravizando a segunda.
Segundo a Medicina Profissional é coisa má e chama-se «enfermidade» toda a actividade defensiva do organismo. Desta forma é mau e prejudicial ter varíola, purgações, erupções da pele, fluxos, catarros, corrimentos, etc. Segundo este critério, a Saúde perfeita seria a do cadáver, onde não existe nenhuma anormalidade como as indicadas.
Pelo contrário, para a Medicina da Natureza ou Ciência da Saúde, todo o sintoma representa actividade defensiva e salvadora do organismo afectado.
Regida a Natureza por leis imutáveis em todas as suas actividades, o nosso organismo actua na sua própria defesa que, se é favorecida, o levará à sua Saúde integral. Pelo contrário, contrariada a Natureza nas suas defesas, impedir-se-á a Saúde, convertendo as doenças agudas e curáveis em doenças crônicas incuráveis.

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Doutrina Térmica como Saúde

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Temos, pois, que o problema da Saúde se converteu numa questão t devido à vida civilizada que desequilibra as temperaturas do corpo, alteram isso a normalidade funcional do organismo, ou seja causando o estado de animo.

Assim como toda a força e organização da Medicina profissional se menta e ampara na Teoria Microbiana, a força e organização do Naturisn fundamentar-se na  Doutrina Térmica. Sobre esta base, absolutamen terável e científica, devemos empreender a conquista da Saúde, apresentan frente unida que permita vencer o erro, ilustrando o público sobre a supen dos nossos princípios e processos para alcançar os benefícios da Saúde inc e colectiva.

Termino definindo: Doutrina Térmica é a que ensina o homem a manter ou recuperar a sua Saúde mediante o equilíbrio das temperaturas interna e externa do seu corpo.
Esta Doutrina é Ciência da Saúde à margem da Medicina oficial.

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A Doutrina medica

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A vida civilizada leva o homem ao desequilíbrio das temperaturas do seu corpo, aumentando diariamente a temperatura dos seus órgãos internos com a cozinha e debilitando o calor da sua pele com roupas e abrigos inadequados. Daqui, a origem de todo o desarranjo funcional que se inicia com constipações e indigestões.
Com razão afirmou Kuhne que «não existe doente sem febre interna» e Kneipp descobriu que toda a alteração da Saúde era conseqüência da pele efeminada e inactiva. Esta é a razão por que os sistemas naturistas em uso se dirigem a conservar ou restabelecer a Saúde uns fortificando a pele com aplicações frias e outros refrescando os órgãos internos com banhos derivativos ao baixo-ventre, aplicações de barro e dieta refrescante de frutas e saladas cruas.
Segundo isto, os distintos sistemas naturistas de hidroterapeutas, fisiotera-peutas, trofólogos, nudistas, dietistas, vegetarianos, etc. obtêm os seus êxitos actuando sobre as temperaturas do corpo, mas de forma diferente. Pelo contrário, a minha Doutrina Térmica permite estabelecer, pelo exame da íris a necessidade que existe em todo o doente de aumentar a temperatura da sua pele e refrescar os seus órgãos internos. Esta dupla finalidade é sempre necessário realizá-la para obter a normalidade funcional do organismo, ou seja a Saúde integral. É, pois, sempre e em todo o caso um único objectivo o que deve obter-se, apenas variando a intensidade das aplicações adequadas para cada caso, de acordo com as necessidac se descobrem na íris e com as condições pessoais do doente.

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A medicina como profissão

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A Medicina Universitária é uma profissão de caracter econômico, inato para satisfazer as necessidades do doente que necessita por si próprio corpo defender a sua própria normalidade funcional, que é Saúde íntegra do sei
Consciente da instabilidade e falta de lógica dos seus conhecimentos e sitando impor uma autoridade e prestígio sem base real, a medicina facultativa inizou-se em associações ferreamente disciplinadas, não só em todos os pai: também no campo internacional.
Ante este poder da associação de interesses, de cumplicidade com  fanatismo do povo, o indivíduo encontra-se sem amparo e impotente par guardar a sua Saúde e a sua vida.
Até os Governos se sentem dirigidos e dominados por estes que reclamam protecção e recursos financeiros em nome da «Saúde Pública», à qual jamais poderão servir, empregando agentes de morte como tóxicos, bisturi, raios X ou rádio.

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A falsa medicina

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Temos assim explicada a origem das duas medicinas que, segundo o Dr. Paulo Carton, são disputadas pelos doentes: Medicina Branca ou filosófica e Medicina Negra ou de feiticeiros.

Preparados opoterápicos na base de extractos glandulares, vacinas de culturas microbianas e humores corrompidos, nada têm que invejar aos remédios dos feiticeiros (‘).
Contra esta falsa medicina tinha que vir uma reacção para salvar a vanidade de falsos protectores. Essa reacção está em plena actividade actual mas não saiu das fileiras dos médicos, e sim do campo dos doentes.
Doentes foram Priessnitz, Kneipp, Kuhne, Rikli, Just, Padre Tadeo e o autor destas linhas.
A comprovação pessoal do fracasso da medicina que pretende res. a Saúde com tóxicos farmacêuticos, agentes de laboratório e com sangrem venções cirúrgicas, levou estes doentes rebeldes a procurar o caminho da ve Saúde com as próprias luzes da sua razão, passando sobre os erros, a rotin natismo médico.
O êxito obtido pela experiência e à margem do consagrado oficialmen científico, foi, pois, a razão de ser de uma ciência de verdade que cada ve; tigia mais com os seus êxitos à cabeceira dos doentes para os quais a ciência mentosa e cirúrgica infrutuosamente havia esgotado já os seus recursos.

A medicina criada pelos doentes levanta-se libertadora diante da i inventada pelos profissionais, sem mais bases do que teorias acomodatívas, absurdas como ridículas.

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