Arquivo da Categoria ‘doenças intestinais’

Afecções gastrointestinais

O porco dá-nos eloqüente lição todos os dias. Come de tudo, e até encher o estômago. Sentindo que o laborioso trabalho do seu aparelho digestivo vai elevar a temperatura interior do seu ventre, apoia este no barro, que procura com afã. Ai repousa até terminar a sua digestão, evitando a elevação da temperatura do interior do seu ventre pelo poder absorvente do calor que o barro possui. Sem barro, os porcos adoecem.
Finalmente, o homem tem a vida do seu aparelho digestivo. Enquanto este funcione bem não se pode morrer senão de acidente. Ninguém morre de tuberculose, sífilis, cancro ou de alguma outra doença, mas sim de más digestões por febre gastrintestinal, aguda ou crônica.

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Desarranjos do aparelho digestivo

Sendo os desarranjos digestivos ponto de partida e apoio de toda a doença, qualquer tratamento curativo deve dirigir-se preferentemente a normalizar a digestão do doente para o que se deve combater a sua febre interna. Isto conseguir-se-a refrescando as suas vísceras, directamente, com banhos frios ao baixo-ventre ou cataplasmas de barro sobre esta região; indirectamente, derivando para a pele o calor interno, mediante reacções desta por aplicações frias de água ou a sua combinação com o calor do sol ou vapor, como na minha Lavagem ao Sangue. Também a irritação da pele que a picadura de urtigas frescas produz, origina febre curativa salvadora em casos de pneumonias, broncopneumonias e paralisias, como se verá mais adiante. A minha longa e própria experiência permitiu-me comprovar que para fazer boa digestão é preciso manter quente a pele do ventre, para o que serve a compressa abdominal e, melhor, o barro sobre todo o ventre, sempre que haja reacção.

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Estômago e intestinos

Insistindo, diremos que a causa estável e fundamental dos desarranjos digestivos reside na temperatura anormal do estômago e intestinos, febre interna que favorece a putrefacção, até de alimentos naturais como frutas e hortaliças.
As infecções intestinais que a medicina facultativa atribui aos micróbios, são putrefacçÕes intestinais, pois resultam de fermentações anormais originadas por calor anormal no interior do ventre.

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Inflamação do intestino

Inflamação do intestino.
Esta congestão das paredes do estômago e intestinos, acumulando maior calor do que o normal, degenera a digestão em fermentações pútridas, com desenvolvimento de gases tóxicos e ácidos corrosivos que, ao mesmo tempo que privam o sangue de substâncias nutritivas carregam o fluido vital de venenos que originam novas irritações, inflamações e congestões, características dos diversos estados patológicos classificados como doenças distintas pela medicina facultativa.

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Inflamação no intestino

O processo de irritação, inflamação e congestão das mucosas e paredes do estômago e intestinos, origem e natureza da febre interna, origina-se paulatinamente desde que o homem deixa o peito materno, em conseqüência dos prolongados esforços digestivos que uma alimentação inadequada implica.
Os alimentos antinaturais requerem um esforço mais ou menos violento e prolongado para a sua elaboração. Este esforço, por reacção nervosa e circulatória, traduz-se em congestão, a qual, repetida diariamente durante a infância, a adolescência e a juventude, se faz crônica, degenerando os tecidos das mucosas e paredes do estômago e intestinos. Os vasos capilares dilatam-se retendo maior volume de sangue do que o normal e, portanto, mantendo temperatura febril em grau variável.
Isto está demonstrado pelo exame da íris de todo o doente, aparecendo o tecido iridiano correspondente aos órgãos, mais ou menos esponjosos, revelando assim o processo inflamatório e congestivo.

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Processo digestivo humano

Para desenvolver-se normalmente, o processo digestivo necessita a temperatura normal do corpo humano que é de 37 graus. Também a elaboração do vinho, para que seja sã, necessita que a temperatura de fermentação das uvas não suba além de certo grau; passado este limite a fermentação degenera em putrefacção, decom-pondo-se o sumo da uva, que se avinagra.
O calor anormal do estômago e intestinos, febre interna, que em grau maior ou menor é característico de todo o doente, favorece a putrefacção dos alimentos com o que o organismo se vê privado de substâncias de que necessita, e em troca incorpora no seu sangue substâncias decompostas, inúteis e prejudiciais. Daqui, que todo o doente é um desnutrido e intoxicado em grau variável.

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Processo digestão

A digestão é um processo de fermentação microbiana que requer determinada temperatura para desenvolver-se de forma normal e conveniente. A digestão só pode ser sã e origem de sangue puro quando se realiza à temperatura normal de 37 graus.
A temperatura febril do tubo digestivo favorece a putrefacção dos alimentos que se corrompem facilmente com o calor anormal. Este facto pode ser comprovado por qualquer pessoa nos dias de Verão, verificando como um prato de comida se azeda em poucas horas. Para evitar esta putrefacção dos alimentos foi criado o frigorífico. Com o meu sistema refrigerase o interior do ventre do indivíduo, evitando assim as suas putrefacções intestinais.

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Doenças do sistema digestivo humano

A alteração, maior ou menor, do tecido iridiano na zona do estômago e intestinos, denunciada por desagregação das suas fibras ou esponjamento, revela um processo inflamatório e mais ou menos congestivo das mucosas e paredes do estômago e intestinos.
Toda a congestão, alterando a irrigação sangüínea, debilita a vitalidade dos tecidos áfectados por desnutrição e intoxicação das células. Daqui se deduz que o processo inflamatório e congestivo, que em grau variável afecta o estômago e intestinos de todo o doente, significa debilidade funcional destes órgãos e também calor anormal neles contido.

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Doenças do aparelho digestivo

Doenças do aparelho digestivo.
A íris cofirma de forma evidente esta afirmação, de tal modo que no tecido iridiano de todo o doente, qualquer que seja a sua doença, aparece a zona corres-pondenfe ao tubo digestivo mais ou menos alterada por irritação ou inflamação dos seus tecidos. Da zona digestiva parte sempre a ofensiva anormalizadora para qualquer órgão ou parte do corpo afectado por determinada doença.
Este facto pode ser comprovado por qualquer pessoa que se sinta doente e qualquer que seja o nome do seu mal. Será suficiente que num espelho obserne a íris dos seus olhos e comprovará que em redor das pupilas se apresenta um tecido mais ou menos esponjoso, de cor amarelenta ou mais escura, em que o tecido iridiano se dispersa, fazendo contraste com o resto que se apresenta mais ou menos liso, compacto e de cor mais uniforme. Além disso, a circunstância de que na íris a zona correspondente ao tubo digestivo ocupa o centro em redor do qual ficam os demais órgãos do nosso corpo, demonstra-nos a importância fundamental que a função digestiva tem na nossa economia orgânica.

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Função digestiva

A constituição e funcionamento do nosso corpo dependem tão fundamentalmente da função digestiva, que podemos afirmar que a digestão constitui o centro de todas as actividades orgânicas e que da natureza deste processo depende o estado de Saúde ou de doença do nosso organismo.
Somos um aparelho digestivo com membros, e é no ventre que se elabora a Saúde e se origina a doença, qualquer que seja o seu nome ou manifestação.
Não há doente com boa digestão, como não pode existir homem são com digestão cronicamente perturbada.
A má digestão pode apresentar-se sob dois aspectos: má elaboração ou má eliminação. Pode-se ter elaboração estomacal sem incômodos, mas reter os excrementos 24 ou mais horas no ventre; pelo contrário, a elaboração estomacal pode ser feita com desenvolvimento de gases ou ácidos e evacuar-se o ventre de 8 em 8 ou de 10 em 10 horas, o que é normal.
Toda a doença tem sempre como origem e fundamento um desarranjo agudo ou crônico da função digestiva.

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