Arquivo da Categoria ‘Doenças’

¿Existe mesmo dor de crescimento?

¿Existe mesmo dor de crescimento?

Existe dor, sim, mas os médicos não sabem se tem a ver com o crescimento. “A origem é desconhecida”, conta Henrique Sodré Filho, chefe do Departamento de Ortopedia Pediátrica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Não é toda criança que sente. E, quando sente, em um ano, no máximo, ela some. Até lá a garotada reclama de puxões intensos nas pernas, abaixo dos joelhos. “Massagens e alongamentos melhoram o desconforto”, sugere Amâncio Ramalho Júnior, orto-pedista do Hospital Albert Eins-tein, em São Paulo.

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¿O que é calo ósseo?

¿O que é calo ósseo? Ele desaparece?
Depois de uma fratura, o organismo tenta juntar e colar os destroços do osso e, nesse processo, surge o calo. “Ele é resultado do acúmulo de células ósseas na região que está sendo remodelada”, esclarece Henrique Sodré Filho, da Unifesp. Sossegue: com o crescimento da criança, esse volume desaparece

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Mais uma da vaca louca

Em determinadas condições, a doença da vaca louca pode atingir outros órgãos do boi que até então eram considerados seguros para consumo. Pesquisadores da Universidade de Zurique, na Suíça, descobriram por meio de testes que, se o animal apresentar uma doença inflamatória preexistente, não só o cérebro, mas o pâncreas, os rins, o fígado e até os músculos ficam suscetíveis à infecção pelo príon. proteína causadora do problema. Porém, no Brasil o consumidor não precisa tomar nenhuma precaução especial para evitar o mal. “A carne passa por uma triagem rigorosa. O controle cabe ao governo. Além disso, a incidência da doença no país não é significativa”, esclarece o infectologista Caio Rosenthal.

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Tumores nos ovários

Tumores nos ovários, útero ou outra zona do corpo, têm também origem e desenvolvimento análogos. As matérias estranhas ao corpo vivo, introduzidas por nutrição inadequada e retidas no organismo por deficientes eliminações, depositamse de preferência entre os tecidos dos órgãos do baixo-ventre, perto das saídas naturais, por deficiência funcional dos intestinos, pele e rins. É assim que a prisão de ventre é a causa de tumores que se pretende curar com cirurgia e com o destruidor rádio.
Não esqueçamos que, para que as funções de eliminação possam desenvolver-se convenientemente, é necessário normalizar a circulação sangüínea, equilibrando as temperaturas interna e externa do nosso corpo. Este fim conseguir-se-á atraindo à pele o calor interior por meio de reacções nervosas e circulatórias, despertadas mediante aplicações frias de ar ou água e, melhor ainda, em combinação com o calor do sol ou vapor. Além disso é preciso descongestionar o interior do ventre refrescando-o profundamente com banhos frios de tronco, assento ou genitais, e aplicações de argila.

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Cancro dos rins

Este processo degenerativo dos rins desenvolve-se de forma análoga nos pulmões, coração, baço, fígado, ovários, etc. Sempre a doença de um órgão do corpo começa por inflamação ou congestão aguda, passando depois ao período crônico, para degenerar, finalmente, em processo destrutivo, chamado cirrose, tuberculose ou cancro.

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Fisiologia dos rins

Os rins estão submetidos a excessivo trabalho nos habitantes das cidades, geralmente vítimas de desarranjos digestivos derivados da sua febre interna. O trabalho forçado destes maravilhosos órgãos, debilita paulatinamente a sua potência, o que os leva a realizar com o tempo um trabalho progressivamente mais deficiente.
Congestionados os rins, prolongando e forçando o seu trabalho, debilita-se a vida dos seus tecidos por má nutrição das células que não recebem alimento de um sangue imobilizado, nem tão-pouco eliminam dele os produtos tóxicos das trocas orgânicas. Por outro lado, a congestão desenvolve maior calor do que o normal, atraindo de forma permanente à zona congestionada maior percentagem de sangue que, imobilizado também, deposita aí as matérias mórbidas que possui. Quanto mais se prolongue este processo congestivo, mais se deprimirá progressivamente também a função dos órgãos afectados, até incapacitar-se a sua actividade como sucede na nefrite, causa de uremia.

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Substâncias tóxicas

Com efeito, no organismo o tóxico gasta a sua actividade nervosa e esgota as suas reservas vitais. À medida que são expulsos os venenos, diminui o estímulo nervoso, e o corpo descansando da sua prejudicial excitação, procura recuperar o gasto antecipado das suas energias. Não é, pois, «debilitamento», senão «recuperação» vital, o que significa a depressão que o doente sente ao passar do tratamento medicamentoso intoxicante para o regime desintoxicante, por actividade eliminadora da pele.
Morremos intoxicados, porque a impurificação orgânica que prepara a morte rebaixa a nossa potência vital. Daqui se conclui que os tóxicos debilitam-nos e com a sua eliminação nos robustecemos, ainda que passageiramente nos sintamos deprimidos. Drogas, soros, vacinas, injecções, raios X ou rádio, acabam por paralisar a energia vital, único agente curativo.

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Doenças causadas por bactérias

Com o nome de «abcesso» é designada uma úlcera artificial que geialmente se abre no braço esquerdo e se mantém activa e supurante por meio de um pedaço de papa de lírio branco que impede a sua cicatrização. Por esta úlcera sempre aberta, o organismo descarrega as suas impurezas, defendendo-se assim da intoxicação. Naturalmente os sistemas que recomendamos nesta obra suprem com vantagem este primitivo procedimento desintoxicante.
Também as defesas naturais mediante crises periódicas fazem com que o nosso corpo se descarregue de matérias tóxicas, provenientes de alimentação inadequada e desarranjos digestivos. Assim se explica o benefício que trazem os de fluxos, catarros, expectoração, fluxos, purgação, diarréias, erupções, cancro, fís-tulas, supurações de toda a espécie, etc.
Drogas, soros, vacinas, injecções, rádio e intervenções cirúrgicas destinados a suspender eliminações das mucosas ou da pele só conseguem impossibilitar as defesas orgânicas e facilitar com isso a intoxicação que aproxima a velhice e antecipa a morte.

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Morte por intoxicação

No entanto, as estatísticas registam mortes produzidas por determinadas causas que não são acidente nem velhice. Segundo este facto, morre-se de gripe, tifo exantemático, peritonite, tuberculose, sífilis, diabetes, afecções cerebrais, cardíacas, hepáticas, renais, tumores, cancro, etc. Pois bem, os males referidos, sendo conseqüência de graves transtornos na composição e circulação do sangue, tratados com drogas, vacinas, soros, injecções ou rádio, conduzem à morte por intoxicação ou degeneração.
A vida urbana é uma intoxicação contínua. Vive-se introduzindo venenos com o ar corrompido que se respira em todas as partes; alimentos cadavéricos, cozinhados e industriais mantêm crônicas putrefacções intestinais; roupas justas à pele impedem as eliminações normais pelos poros; e a febre interna debilita progressivamente o funcionamento dos intestinos, pulmões, fígado, rins e coração.
Se vivemos intoxicando-nos e com isso encurtando a Vida, é lógico então procurar a manutenção da Saúde mediante adequadas eliminações dos resíduos inúteis.
Com razão, pois, os nossos antepassados procuravam prolongar a vida estimulando a eliminação pela pele mediante os «abcessos», que chegaram a ser companheiros inseparáveis da velhice.

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TENSÃO PRÉ-FESTAS

ADEUS, TENSÃO PRÉ-FESTAS.
NESTA ÉPOCA DO ANO, em que todo mundo tem agenda cheia ou vai às compras, o que não falta nas cidades são engarrafamentos, que deixam qualquer mortal com os nervos em frangalhos. Enquanto o trânsito estiver parado, procure fazer exercícios dentro do carro (sem se esquecer, é claro, de puxar o freio de mão). O fisioterapeuta Alexandre Victoni orienta: 1 Inspire e alongue o pescoço para cima, como se fosse tocar no teto com a cabeça. Ao expirar, relaxe também os ombros. 2 Incline bem a cabeça para um dos lados, como se quisesse encostar a orelha na clavícula, e alterne. 3 Estique uma das pernas de cada vez e aponte o dedão do pé para cima. “Além do bem-estar físico momentâneo, você terá um dia mais produtivo”, diz o especialista.

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