Tumores nos ovários, útero ou outra zona do corpo, têm também origem e desenvolvimento análogos. As matérias estranhas ao corpo vivo, introduzidas por nutrição inadequada e retidas no organismo por deficientes eliminações, depositamse de preferência entre os tecidos dos órgãos do baixo-ventre, perto das saídas naturais, por deficiência funcional dos intestinos, pele e rins. É assim que a prisão de ventre é a causa de tumores que se pretende curar com cirurgia e com o destruidor rádio.
Não esqueçamos que, para que as funções de eliminação possam desenvolver-se convenientemente, é necessário normalizar a circulação sangüínea, equilibrando as temperaturas interna e externa do nosso corpo. Este fim conseguir-se-á atraindo à pele o calor interior por meio de reacções nervosas e circulatórias, despertadas mediante aplicações frias de ar ou água e, melhor ainda, em combinação com o calor do sol ou vapor. Além disso é preciso descongestionar o interior do ventre refrescando-o profundamente com banhos frios de tronco, assento ou genitais, e aplicações de argila.
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Tumores nos ovários
Cancro dos rins
Este processo degenerativo dos rins desenvolve-se de forma análoga nos pulmões, coração, baço, fígado, ovários, etc. Sempre a doença de um órgão do corpo começa por inflamação ou congestão aguda, passando depois ao período crônico, para degenerar, finalmente, em processo destrutivo, chamado cirrose, tuberculose ou cancro.
Fisiologia dos rins
Os rins estão submetidos a excessivo trabalho nos habitantes das cidades, geralmente vítimas de desarranjos digestivos derivados da sua febre interna. O trabalho forçado destes maravilhosos órgãos, debilita paulatinamente a sua potência, o que os leva a realizar com o tempo um trabalho progressivamente mais deficiente.
Congestionados os rins, prolongando e forçando o seu trabalho, debilita-se a vida dos seus tecidos por má nutrição das células que não recebem alimento de um sangue imobilizado, nem tão-pouco eliminam dele os produtos tóxicos das trocas orgânicas. Por outro lado, a congestão desenvolve maior calor do que o normal, atraindo de forma permanente à zona congestionada maior percentagem de sangue que, imobilizado também, deposita aí as matérias mórbidas que possui. Quanto mais se prolongue este processo congestivo, mais se deprimirá progressivamente também a função dos órgãos afectados, até incapacitar-se a sua actividade como sucede na nefrite, causa de uremia.
Operação cirurgica
Se as drogas, soros, vacinas e injecções de toda a espécie, raios X ou rádio, longe de curarem os doentes, dificultam toda a cura verdadeira, as operações cirúrgicas são a própria negação da arte de curar; a sua prática só é aceitável em caso de acidente.
Não se necessita insistir muito para o leitor compreender que, se um órgão ou membro do nosso corpo é extraído ou mutilado, é porque não se lho soube curar. No entanto, dado o meio em que se desenvolve a acção do médico-cirurgião, justificamos os processos opcratórios, pois as pessoas que não querem cultivar a Saúde contrariando gostos e prazeres mórbidos, devem libertar-se passageiramente dos seus achaques de qualquer maneira.
Sintomas gonorreia
Mas o nosso jovem não morreu de gonorreia, e aqui está o triunfo do facultativo. Que responsabilidade se pode dar a este se o antigo cliente gonorreico, alguns anos depois, morreu do coração ou do cérebro?
Homem ignorante, conformas-te com afastar da tua vista a doença, efeito da obra que todos os dias realizas, por uma vida de erros e de vícios, recorrendo ao médico para que com a droga ou injecção estimulante ou calmante habilite novamente o teu corpo para continuar uma existência em conflito constante com a Lei Natural. Mas a Natureza não se engana com recursos artificiais, nem se vence senão submetendo-nos às suas leis imutáveis.
Gonorreia
Gonorreia. Abafada assim a obra defensiva da Natureza, junto com o desaparecimento da expulsão de matéria corrompida, esta desenvolve no interior do organismo a sua obra corrosiva, intoxicante e destruidora, produzindo depressão geral da energia vital e transtornos variáveis no cérebro, sistema nervoso e circulatório, fígado, rins, estômago, pulmões, coração, etc, e, especialmente, inflamações da próstata, ovários e útero.
Ao cabo de um tempo maior ou menor, segundo a vitalidade que possua o doente, chega o momento em que este esgota a sua resistência orgânica, produ-zindo-se a morte prematura e violenta, quase sempre por derramamento cerebral, ataque de anginas ou afecção renal.
Gonorréia
Gonorréia.
Se essa supuração era prejudicial e constituía a doença que se tratava de combater, fica à vista o triunfo do médico ao suprimir o fluxo uretral. Mas como o nosso organismo está regido por leis imutáveis que o dirigem a actuar sempre em sua defesa, jamais em seu prejuízo, o processo supurante, longe de ser prejudicial, era acção salvadora da Natureza que estava destinada a purificar o corpo das imundícies por longo tempo acumuladas, de preferência no baixo-ventre, por uma vida antinatural, com crônicos desarf anjos intestinais.
Suprimindo o sintoma da doença, desaparecido o fluxo uretral ou vaginal considerado como sintoma perigoso e prejudicial, médico e doente regozijam-se juntos, proclamando o triunfo da ciência.
Blenorragia
Outro exemplo: um jovem é vítima de blenorragia. Com o tratamento abortivo do sintoma, suprimindo a supuração uretral que é defesa orgânica, longe de curar-se o mal impede-se a obra que nesse sentido a Natureza realiza. Injectando no sangue venenos que paralisam a actividade das supurações que permitiam ao organismo expulsar do seu interior a matéria corrompida e acumulada no baixo-ventre, concentram-se no interior do corpo e no sangue as imundícies que este procurava expulsar.
Erradamente considerada a supuração uretral como doença, o médico abafou-a paralisando as defesas orgânicas por meio de venenos injectados.
Doença aguda
Se a doença aguda representa activa defesa da Natureza e a doença crônica significa impotência defensiva da mesma por debilitamento da força vital, compreende-se que as drogas, antibióticos, injecções, vacinas, soros, raios X ou rádio, aniquilando a energia orgânica, suprimam os sintomas activos que caracterizam os estados agudos da doença com o que, sem fazer desaparecer a causa do mal, este aumentará no organismo, transformando-se assim a doença aguda curável em crônica incurável.











