Arquivo da Categoria ‘Comportamentos sociais’

O que diz a lei

Muita coisa muda quando o homen descobre que é pai. A partir deste momento, essa relação está cheia direitos e deveres.
Pai:
Tem o direito de registrar o filhe de conviver com ele, decidirem conjunto com a mãe formas de educação, escolha de escola, cura
Também tem o dever de visitá-lo. E não existindo consenso ente os pais, deverá o interessado ingressar judicialmente com açãc pleiteando o direito de visitar o filho, tanto quanto regulamentai exercício da guarda.
Se o filho for menor de 21 anos, terá de pagar pensão e, de maneira geral, esta não é retroativa ao nascimento da criança. Ela deverá ser paga a partir do reconhecimento da paternidade.
A guarda ficará com aquele que apresentar melhores condições – psicológicas e financeiras – de exercê-la, sempre e impreterivelmente preservados os melhores interesses do menor. A guarda poderá, ainda, ser compartilhada, alternada ou unilateral. O fato de a mãe haver impedido o pai de conhecer seu filho, é fator a ser considerado, entretanto não é suficiente para, isoladamente, atribuir-se a guarda ao genitor.

Filho:
Independentemente de sua idade, tem o direito de entrar na justiçar
e existir que sua paternidade seja declarada.

Padrasto:
Caso a criança tenha sido criada pelo padrasto, o reconhecimento da paternidade pode servir apenas para constar que existe um pai biológico. Isso não retira do pai afetivo nem os direitos nem as obrigações por ele assumidas, e até mesmo decisões onde o reconhecimento não traz qualquer direito ao pai biológico.

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Atitudes que devem ser evitadas

Tentar banir totalmente a figura do ex-cônjuge da vida dos filhos.
Falar mal um do outro diante dos filhos.
Alimentar sentimentos de insegurança e ciúme ao saber que os filhos gostaram do novo namorado da mãe ou da nova namorada do pai.
Usar os filhos como mercadoria de troca para chantagear o ex-cônjge com o objetivo de fazer valer a própria vontade.
Alimentar o espírito de competição pelo amor dos filhos.
Usar os filhos como espiões para saber da vida do outro.
Fazer uso dos filhos como mensageiros para levar e trazer reclamações.
Criar e manter um clima conflitante e mutuamente desrespeitoso entre os ex-cônjuges.
Discutir ou brigar na frente das crianças.

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O namorado

Em alguns casos, quando o filho reencontra o pai, sua mãe já está vivendo uma outra história de amor. E mesmo a criança se dando bem com o tal namorado, ele não suprirá a falta que faz seu pai biológico. “Cada pessoa tem um papel em nossa vida, e o papel de pai só pode ser suprido por ele mesmo. Algumas pessoas tentar solucionar esta carência com o par afetivo, mas é provável que relacionamentos deste tipo sejam fadados ao fracasso. O ideal é que a pessoa entenda esta falta como um acontecimento na vida e que é totalmente possível conviver com ele. Não é fácil viver sem ter um pai presente, mas você deve buscar a felicidade em inúmeras outras ocasiões em sua vida”, sugere Juliana.

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Pai e filhos

O pai, sendo uma pessoa íntegra ou não, é de extrema importância na vida de um filho. Até mesmo para o pequeno saber se quer seguir seus passos ou não. Segundo Carla, a figura paterna vai dar direção no papel que ele exercerá como homem em sua vida. Além de representar autoridade, limites. Filhos que crescem sem os pais costumam ter dificuldades em lidar com chefes, professor, e às vezes até acabam se submetendo a situações absurdas”, exemplifica. Carla também diz que o pai é muito importante na vida da menina, que em sua fase adulta procurará características do pai nos homens com quem vai se relacionar. Juliana vai fundo nesse assunto. “A criança necessita de modelos masculino e feminino para seu bom desenvolvimento emocional. Enquanto a função da mulher é conter, acolher e nutrir, a do homem é auxiliar a criança a se desvincular do colo materno, proporcionando o crescimento no mundo social e introduzindo os conceitos de limite e realidade.” Karen Kaufmann, diretora e pedagoga da Escola São Gabriel, complementa: “A falta do pai realmente pode trazer consequências psicológicas à criança. Se a ausência é definitiva, no caso de morte, ou porque o pai não assumiu a paternidade, há que se trabalhar o contexto com a criança desde cedo, contando a ela, na linguagem apropriada para a idade, procurando minimizar o sentimento de rejeição. É sempre muito importante ter uma figura masculina, seja ela um novo companheiro da mãe, um tio, amigo ou avô, para que se tenha o modelo masculino e evite situações de não reconhecimento do género, para que a criança saiba distinguir o que é ser menino e o que faz um menino.”

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Para colocar em prática

É muito importante não ficar discutindo ou brigando na frente da criança. Muito menos usar suas insatisfações com o ex-parceiro e descontar no herdeiro. De acordo com Içami Tiba, vale lembrar que nesse fogo cruzado há seres humanos inocentes que precisam do pai e da mãe para se tornar cidadãos. Os casais separados não podem jamais esquecer as responsabilidades sobre os filhos. “Não se deve ‘fazer a caveira’ do outro, pois elas crescem, são inteligentes e certamente farão suas próprias comparações e tirarão suas conclusões, percebendo os defeitos e as qualidades de ambos. Jamais use as crianças como ferramenta para ferir o outro. Sejam espontâneos e transparentes. Curtam os momentos em que estão juntos, riam e se divirtam. Não há melhor receita”, aconselha Karen. Pense nisso, sempre!

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A nova realidade

Sendo tão importante a convivência tanto com o pai quanto com a mãe, é recomendável que mesmo diante de sentimentos de abandono, raiva…, não se deve falar mal do pai de seu filho. “Ela deverá fazer o possível para se tornar amiga desse pai e não ter a criança contra ela, uma vez que a curiosidade a respeito do pai, o querer dar atenção a ele podem gerar uma situação constrangedora entre mãe e filho, afastando-os, afinal, eles têm estado juntos a vida inteira,” fala Carla.
Se o filho ficar contra a mãe, Juliana acredita que esta precisa ter muita paciência e não pode esquecer do amor que sente pela criança. “Tente entender o que ela está querendo dizer quando se coloca contra ela. Por exemplo: pode acontecer que ‘estar contra’ seja uma manifestação de raiva passageira, talvez pela mãe não ter proporcionado um encontro anterior com este pai”, afirma.

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Criança e pai

 

Mesmo tendo todos os motivos para não querer que seu filho tenha o mínimo contato com o pai, a mãe não tem esse direito. “Se ele quiser ir procurar pelo pai, sua obrigação é apoiá-lo. Todo mundo tem direito de saber quem é o seu pai e a sua mãe”, fala a psicóloga Alessandra Borghi. Juliana acredita que a mãe tem o dever de dar todas as informações para a criança sobre este pai: nome, características físicas e emocionais, onde mora, o que faz…. Além disso, se colocar à disposição para ajudá-la a procurar por esse pai, caso seja esse o seu desejo. “Portanto o ideal é que tenha um estímulo por parte da mãe, porém não é recomendável forçar a criança, espere o momento dela”, conclui.

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A importância da educação

Na novela ‘Duas Caras’ essa realidade é um dos temas principais. Quando Maria Paula (Marjorie Estiano) descobriu que estava grávida, o pai de seu filho já tinha sumido no mundo sem saber da gravidez. Ela optou por omitir os fatos ao filho, mesmo sem deixar de procurar o homem que arruinou sua vida. O menino, por sua vez, nunca aceitou essa postura e agora que conheceu o pai tem medo de contar à mãe e ser repreendido por estar convivendo com ele, sentindo-se no meio do tiroteio. Essa omissão é correta? “Ela tinha motivos para lidar dessa maneira com a situação, mas parto do princípio de que toda criança tem o direito de saber quem é o seu pai ou sua mãe. O melhor é sempre contar toda a verdade sem julgamento de valores, contribuindo, com essa atitude, para estabelecer um vínculo de confiança entre eles,” afirma a psicóloga Carla Cecarello.
A psicóloga Juliana Morillo é ainda mais enfática: “Existe a necessidade emocional de conhecer o seu pai, suas origens. Não saber ‘de onde vim’ gera uma grande falta emocional, como se estivesse realmente faltando um pedaço importante da história de vida desta pessoa”.

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A importancia dos pais

Algumas mulheres insistem em esconder dos filhos a identidade dos pais. Entretanto, os herdeiros não abrem mão de conhecer sua verdadeira história. Veja como lidar com situações desse tipo

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Por um mundo melhor

O shopping Guarulho com iniciativa da Tetra Pak e Toddynho, inaugurou o espaço “Trilha da Reciclagem”. O principal objetivo é conscientizar as crianças sobre a importância da preservação do meio ambiente, através de ações como a coleta seletiva e a reciclagem. “Pudemos constatar que são as crianças que ‘educam’os pais para iniciar a coleta seletiva dentro de casa”, afirma Fernando von Zuben, diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak.

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