Arquivo da Categoria ‘atendimento saúde’

Sobre o álcool

ÁLCOOL PARA O CORAÇÃO
A notícia é das mais surpreendentes. Qualquer bebida — não só o vinho — afasta infartos. Você só precisa tomar sempre, mas sem exagerar.

Foi-se o tempo em que os médicos recomendavam banir o álcool do dia-a-dia para evitar ameaças à saúde. Hoje eles estão mudando de idéia. Há cada vez mais provas de que alguns poucos goles, longe de fazer mal, evitam infartos — desde que na dose certa, é bom frisar. E nesse sentido o vinho já não reina absoluto. Qualquer bebida pode fazer bem ao coração.
Essa tese foi reforçada com a divulgação no New England Journal of Medicine, publicação médica americana respeitadíssima, de um megaestudo ressaltando que o que defende o peito não é esse ou aquele tipo de bebida alcoólica, mas o consumo regular do álcool em si.
Cientistas de várias instituições internacionais, entre elas a prestigiada Escola de Saúde Pública da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, acompanharam quase 40 mil homens durante 12 anos e descobriram o seguinte: a chance de um ataque cardíaco é quase 35% menor entre os que bebem moderadamente, no mínimo três vezes por semana. Ou seja, se dá bem quem toma pouco, mas sempre. “Nosso trabalho sugere que todas as bebidas são igualmente associadas a um risco menor de doenças cardíacas”, confirmou à SA ÚDE! o médico Kenne-th Mukamal, do Beth Israel Dea-coness Medicai Center, nos Estados Unidos, que é o líder do trabalho.
Cientistas de outra célebre universidade americana, a Yale, já tinham observado em 2001 uma queda nas mortes por doenças cardiovasculares entre idosos que tomavam álcool regularmente. Que o vinho tinto tem esse poder ninguém discute. A cerveja também vem ganhando fama de ben-feitora graças a vários artigos. Um deles, publicado no jornal da Sociedade Americana de Química no ano passado, afirma que a loira gelada leva a certas mudanças no sangue, como o aumento de substâncias antioxidantes, que são ótimas para o coração.
Diante de tantas evidências, os especialistas estão relaxando as rédeas. Ou seja, quem não abre mão de um cálice de vinho no jantar ou de uma cervejinha na praia pode conservar o hábito com a consciência tranqüila e, mais, acreditando que está cuidando da saúde. Desde que não ultrapasse essa dose — nisso os médicos insistem.
Tudo começou com o chamado “paradoxo francês”: os médicos estavam intrigados com a baixa mortalidade por doenças cardíacas na França, que tem uma dieta tão amanteigada. Daí, suspeitou-se do vinho, sempre presente naquelas mesas, e assim surgiram as primeiras evidências de que ele protege o coração. “O tinto, especialmente”, destaca o cardiologista Luiz Antônio Machado César, do Instituto do Coração (Incor), em São Paulo.
Hoje sabe-se que o segredo do vinho tinto está nos seus flavonói-des. Presentes na casca da uva, essas substâncias — principalmente o resveratrol — são capazes de impedir a oxidação do LDL, o mau colesterol. Enferrujado ele se deposita nas artérias com mais facilidade. Há quem anuncie que um simples suco de uva já ajuda. Em um trabalho coordenado pelo cardiologista Protásio Lemos da Luz, também do Incor, o vinho e uma bebida feita a partir dele, mas sem o álcool, tiveram praticamente a mesma performance na redução das placas de gordura nas artérias de coelhos.
Mas, sucos à parte, as novas pesquisas revelam que apreciadores de qualquer bebida alcoólica sofrem menos de males cardiovascu-lares. Estudos rotulados de observa-cionais — aqueles em que os cientistas comparam os hábitos de vida e a saúde de uma grande quantidade de pessoas — comprovam isso. Falta, agora, desvendar exatamente quais mecanismos do álcool favorecem o coração. Pistas não faltam (veja no quadro à esquerda).
Sabe-se, por exemplo, que ele previne a aterosclerose, o perigoso depósito de gordura que entope os vasos. Isso porque a longo prazo o líquido aumenta o HDL, o colesterol bom, que ajuda a tirar de circulação o LDL. O álcool também dificulta a agregação das plaquetas sangüíneas. Grudadas, elas formam trombos, responsáveis por entu-pimentos. A bebida age ainda no músculo do vaso, relaxando-o. Isso abre caminho para a passagem do sangue. Por fim, os trabalhos mais recentes sugerem que o líquido funciona como uma espécie de antünflama-tório, diminuindo uma série de substâncias que estão envolvidas na formação das famosas placas.
Não é remédio:
Respaldados pelas novas evidências mostrando que um drinque ou outro deixou de ser um pecado, os médicos estão mudando as velhas recomendações. E não dá para negar que beber socialmente é um hábito cultural difícil de erradicar. “Não é obrigatório parar, mas orientamos quem bebe regularmente sobre como se proteger e sobre os perigos do excesso”, esclarece o cardiologista José Francisco Kerr Saraiva, da Pontifícia Universidade Católica de Campinas, no interior paulista. Há bem pouco tempo a regra geral era abandonar o hábito.
As descobertas recentes também não significam que o álcool serve de tratamento. “Se o paciente não costuma beber, eu nem recomendo”, ressalta o cardiologista Antônio Carlos Chagas, presidente da Sociedade de Cardioíogia do Estado de São Paulo (Socesp). “E, se a pessoa gosta, dá para orientála”, completa ele.
Uma coisa é certa: as notícias tão animadoras não tiram a pecha de vilã da bebida. Ela continua sendo a grande responsável por mortes violentas e uma série de doenças, como a cirrose. Sorte de quem consegue respeitar o sinal vermelho. Desse jeito beber pode se tornar um delicioso hábito saudável.

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A língua dos adolescentes

Você já ouviu falar em odonto-hebiatria? Trata-se de uma nova área da odontologia voltada para a faixa dos lo aos 20 anos. Ainda não é uma especialidade reconhecida, mas tem tudo para vir a ser. A idéia é oferecer um atendimento diferenciado nessa fase, em que são grandes as mudanças físicas e comportamentais. “As alterações hormonais e no ph da boca podem provocar problemas na gengiva, favorecer o aparecimento de bactérias e levar à desmineralização dos dentes”, alerta Sandra Kalil Bussadori, professora da Universidade Metropolitana de Santos, no litoral paulista.

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Cheque a pressão

Pensamento confuso, falhas de memória, raciocínio lento… Sintomas como esses – acredite! – podem estar relacionados com a hipertensão arterial. Eles foram detectados em homens e mulheres com mais de 50 anos e pressão arterial superior a 14 por 9, numa pesquisa da Universidade George-town, nos Estados Unidos. Exames médicos sugerem que os hipertensos têm a irrigação sangüínea comprometida em algumas áreas do cérebro. “Esses pacientes muitas vezes são vítimas de infartos no cérebro — pequenos rompimentos dos vasos sangüíneos, normalmente assintomáticos”. explica o cardiologista Francisco Fonseca, da Unifesp. “A pessoa não sente a ruptura, mas nota seus efeitos no dia-a-dia, como dificuldade de concentração. Daí a importância de um acompanhamento médico regular”, acrescenta o neurologista Paulo Henrique Bertolucci. também da Unifesp.

Tontura, enjôo e esquecimentos freqüentes acabaram levando a dona de casa paulistana Ester Milani, 66 anos, ao hospital. “Chegando lá, não deu outra: o médico constatou que eu era hipertensa’, afirma. Isso foi há cerca de dez anos, quando passou a tomar remédios para controlar a pressão. “Não posso largar a medicação, caso contrário tudo volta a ser como antes”, conta. “Se, por exemplo, estou lendo um livro e o deixo de lado por poucos dias, esqueço os últimos capítulos.”

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Banho de sol

Com o banho de sol podemos obter dois fins principais. Como vitalizador aproveitando directamcnte os raios luminosos e, como depurativo, o seu calor que nos permitirá eliminação por transpiração.
Nesta forma se pratica a Lavagem do Sangue ao Sol, para congestionar a pele e atacá-la com o frio da água, para a qual se põe à mão do banhista um depósito com água fria e uma toalha para as abluções, repetidas cada 5 minutos.
Como vitalizador e nutritivo o banho de sol tomar-se-á a qualquer hora do dia, com a devida precaução, preferindo-se sempre as horas da manhã em que a sua acção magnética e vivificante é mais potente, e a sua duração será desde alguns minutos até uma hora, sendo muito benéfico dormir ao sol com a cabeça sempre à sombra e o corpo coberto com folhas verdes, lençol ou manta, para evitar a irritação da pele. Se se transpirar, far-se-á fricção de água fria pelo menos ao finalizar a aplicação.

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Saude informação

Saude informação

A mudança de forma da parte posterior do pescoço, uma vez perdida a linha da cabeça, indicar-nos-á um estado variável de acumulações mórbidas no plano dorsal, que afectará os órgãos dessa região, cérebro, cerebelo, medula espinhal, pulmões e rins.
Os inchaços ou avultamentos dos músculos laterais do pescoço denunciam sobrecarga mórbida em todo o plano lateral direito ou esquerdo, ou ambos ao mesmo tempo, que fará sentir o seu pernicioso efeito nos órgãos do lado correspondente: ouvido esquerdo e coração, ou baço, na sobrecarga esquerda; e ouvido direito, fígado, cego e apêndice, na sobrecarga direita. As sobrecargas laterais desnivelam também os ombros, deixando mais levantado um do que o outro ou elevando ambos ao mesmo tempo, como na sobrecarga dorsal muitas vezes se eleva a espádua.

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Diagnostico de doenças

Diagnostico de doenças

Fazendo do cadáver o objecto dos estudos médicos, não é de estranhar que a Medicina facultativa ignore a causa que produz alteração de Saúde no homem vivo. Sendo toda a doença manifestação de desarranjos do organismo vivo, só pode conhecer-se a sua origem e efeitos estudando o corpo com vida, observando as suas funções e estabelecendo as suas temperaturas.

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Doença bacterias

Doença bacterias

Caracterizando a alteração da Saúde o desarranjo variável das funções orgânicas, a observação do corpo e das suas actividades deve ser a base de toda a investigação. A classe c qualidade dos alimentos que ingere o doente, condições e forma das suas eliminações pela sua pele, rins e intestinos, circulação do seu sangue e actividade do seu pulso, devem ser os pontos de vista que nos guiarão para estabelecer a natureza do desarranjo orgânico que é preciso pôr em ordem.

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Atendimento saúde

Atendimento saúde

O diagnóstico médico corrente só se preocupa com a classificação de sintomas ou manifestações de alterações da Saúde, com nomes convencionais e baseado também cm convencionalismos de escola. Na Natureza não há nomes, senão fenômenos normais ou anormais. A observação da íris do doente segundo a minha Doutrina estabelece que o desequilíbrio Térmico do seu corpo é a natureza e a origem do desarranjo funcional do organismo, característico do estado de doente, com ou sem sintomas. Impurificação orgânica c má circulação do sangue cm grau variável são conseqüências deste desarranjo.

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