Agua de beber

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São estas condições e elementos nomeados que caracterizam a «água viva», apta para satisfazer as nossas necessidades fisiológicas, em oposição à «água morta» de poços ou lagoas estagnadas, prejudiciais à Saúde.
Para aproveitar as condições salutíferas da água devemos bebê-la saboreando-a, em pequenos sorvos e em quantidades moderadas, sempre fresca e natural, nunca fervida.
Como purgante, a água é insubstituível, tomada uma colher cada hora, sendo recomendada por Kneipp às pessoas presas de ventre.
As indigestões desaparecem numa ou duas horas tomando pequenos sorvos de água com o intervalo de 3 ou 4 minutos.
Um copo de água em jejum e outro ao deitar é meio fácil e seguro de manter limpos e activos o estômago e os intestinos.
Os intoxicados encontrarão na água, bebida com freqüência e moderadamente, um meio excelente de facilitar as eliminações.
Os doentes, sobretudo quando têm sede, devem beber água fresca natural, em pequenas e repetidas porções, a fim de lefrescar-se interiormente e dissolver e eliminar os tóxicos. As fadigas, impressões e dores passam com ura copo de água fresca.
Se a água internamente actua como o melhor medicamento, aplicada externamente é um elemento insubstituível para conservar a Saúde.
A água deve bebcr-se fora das refeições e após pelo menos duas horas de se ter comido.
Nunca devemos beber água gelada com o corpo quente ou agitado, porque pode produzir resfriamentos nos pulmões ou no estômago, originando uma pneumonia ou catarro estomacal.
Para terminar este capítulo, exclamemos com o nosso saudoso Padre Tadeo: «Louvado seja mil e mil vezes Deus nosso Senhor que em tão simples elementos nos proporciona tão rico tesouro».

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